domingo, 11 de janeiro de 2009

JANEIRO-SEMANA DA UNÇÃO

ANO APOSTÓLICO DE GIDEÃO



SEMANA DA UNÇÃO NO ANO APOSTÓLICO DE GIDEÃO
OS CRISTÃOS SÃO ARMIPOTENTES, POIS DEUS DEU SEGREDOS E TÁTICAS QUE PODEM SER USADOS NÃO SÓ EM MOMENTOS DE DIFICULDADES, MAS PARA SEREM USADOS DIARIAMENTE.
ASSIM COMO GIDEÃO , NÓS VIVEMOS NUM TEMPO EM QUE OS MIDIANITAS (INIMIGOS ) TENTAM SE APROPRIAR DE TUDO QUE É NOSSO , DAQUILO QUE PRODUZIMOS DO QUE SONHAMOS , E É NECESSÁRIOS SABERMOS DAS ARMAS QUE ESTÃO Á NOSSA DISPOSIÇÃO, E TOMAR POSSE DELAS PARA DAR UM FIM AO ROUBO QUE NOS TEM IMPOSTO,PARA ISTO É NECESSÁRIO NOS CONSCIENTIZARMOS COMO E QUANDO DEVEMOS USAR ESTAS ARMAS ;
É TEMPO DE BATALHA , MAS ENTENDA QUE ESTA BATALHA JÁ TEM UM FIM PROGRAMADO ,A TUA VITÓRIA !
NESTA SEMANA DA UNÇÃO VOCE VAI APRENDER O QUE SE TEM A FAZER PARA TOMAR ENFIM CONTA DE TUDO QUE É TEU ESTA SÃO TUAS ARMAS :
1° DIA
1) A SANTIFICAÇÃO- LEVÍTICO 11:44-45.
2) PERÍODOS DE CONSAGRAÇÃO- ATOS 1:14
3) O NOME DE JESUS- FILIPENSES 2:8-11.

2° DIA
4) O SANGUE DE JESUS- APOCALIPSE 12: 7-11.
5) OS ANJOS- HEBREUS 1:14.
6) A UNÇÃO COM ÓLEO- ÊXODO 30:22-25.
3º DIA
7) A UNÇÃO DO ESPÍRITO SANTO-ATOS 2
1) A SANTIFICAÇÃO.
SANTIFIFICAR = TORNAR SANTO, SAGRAR, CONDUZIR PELO CAMINHO DA BEM AVENTURANÇA, ELEVAR-SE OU MORALIZAR-SE PELA PRÁTICA RÍGIDA CRISTÃ, SEPARAR-SE.
LEVÍTICO 11:44-45.
A SANTIFICAÇÃO É UM DEVER DO DISCÍPULO, NESTE PEQUENO ESTUDO VEREMOS A PARTE PRÁTICA DO ASSUNTO, NÃO A TEOLÓGICA. A SANTIFICAÇÃO LHE FAZ ANDAR CONFIANTE E LHE MANTÉM NA PRESENÇA DO SENHOR - (GÊNESIS 3:8-10).

DEUS NÃO PODE TER COMUNHÃO COM O HOMEM PECADOR, POR ISSO A NECESIDADE DA SANTIFICAÇÃO, QUE SIGNIFICA EM RESUMO SEPARAÇÃO (DO PECADO) PARA DEUS. O HOMEM NUNCA DEIXARÁ DE SER PECADOR, DEVIDO SUA NATUREZA, MAS PODE BUSCAR SE SANTIFICAR PARA BUSCAR A FACE DE DEUS, O HOMEM TEM QUE SER PURIFICADO, OU MORRERÁ, POIS O PECADO NOS AFASTA DE DEUS, E DESTA FORMA ELE NÃO NOS OUVE - (ISAÍAS 6:1-7 - 59:2-3).
A FORMA DE CONSEGUIR A SANTIFICAÇÃO É BUSCANDO O ESPÍRITO SANTO, POIS A SANTIFICAÇÃO VEM DELE (2 TESSALONICENSES 2:13).
PARA VOCE PROSSEGUIR NA SUA VITÓRIA É NECESSIDADE DE SANTIFICAÇÃO, OU SEJA, PARA VOCE CRESCER ESPIRITUALMENTE É NECESSÁRIO SE SANTIFICAR, POIS DEUS LHE CHAMOU PARA ISTO - (1 PEDRO 1:3-11 - 1:13-16).

2) PERÍODOS DE CONSAGRAÇÃO.
CONSAGRAR = TORNAR SAGRADO, DEDICAR OU OFERECER A DEUS POR CULTO OU VOTO.
ATOS 1:14 - NEEMIAS 1:4.
PERÍODOS DE CONSAGRAÇÃO SÃO FORMAS DE BUSCAR MAIS DO PODER DE DEUS, E PODEM SER COM ORAÇÕES, JEJUNS, ADORAÇÕES E LOUVORES. PODE-SE FAZER CONTINUAMENTE, OU SEJA, TODOS OS DIAS, OU EM DIAS ALTERNADOS, SEMANALMENTE, MENSALMENTE, ETC. VÁRIOS SÃO OS NOMES USADOS PELAS IGREJAS COMO FORMA DE PERÍODOS DE CONSAGRAÇÃO, EXEMPLOS: CAMPANHAS, CORRENTES, NOVENAS, HUMILHAÇÃO E JEJUM, SÉRIES DE ORAÇÕES, CRUZADAS DE MILAGRES, CONFERÊNCIAS, ETC.
DEVEMOS TER MOMENTOS DE CONSAGRAÇÃO NO INTUÍTO DE BUSCAR A UNÇÃO DO ESPÍRITO SANTO, EM MOMENTOS DE DIFICULDADES OU NÃO - (2 CRÔNICAS 20:3-4 - ISAÍAS 37:1-3) - (ESTER 4:16 - MT4:2).
DEVEMOS TER MOMENTOS DE CONSAGRAÇÃO QUANDO FALTA PODER E UNÇÃO NA IGREJA - (1 CORÍNTIOS 2:4-5 ).
ATRAVÉS DA CONSAGRAÇÃO AO SENHOR A IGREJA SE REVESTE DO PODER DO ESPÍRITO SANTO E A SUA UNÇÃO SE MANIFESTA - (1 CORÍNTIOS 12:8-10 - EFÉSIOS 5:18-19 - 1 CORÍNTIOS 14:14-15 - ATOS 10:38).
3) O NOME DE JESUS.
AUTORIDADE = DIREITO OU PODER DE SE FAZER OBEDECER, DE DAR ORDENS, DE TOMAR DECISÕES, DE AGIR, ETC, AQUELE QUE TEM TAL DIREITO OU PODER, DOMÍNIO, PRESTÍGIO, INFLUÊNCIA, CRÉDITO, INDIVÍDUO DE COMPETÊNCIA INDISCUTÍVEL.
FILIPENSES 2:8-11.
ESSE NOME É NOSSO E PODEMOS USÁ-LO NAQUILO QUE JESUS MESMO NOS COMISSIONOU. LUTANDO CONTRA SATANÁS, LANÇAMOS MÃO DO NOME DE JESUS, COMO SE ELE MESMO ESTIVESSE AQUI. ELE NOS DELEGOU ESSA AUTORIDADE (MARCOS 16:17 - LUCAS 9:1 - 10:19).
O NOME DE JESUS É A CHAVE QUE NOS ABRE OS TESOUROS DOS CÉUS E TRANCA OS PODERES DO INFERNO.
QUANDO VAMOS AO PAI, EM ORAÇÃO, SABEMOS QUE AS PETIÇÕES NOS SÃO GARANTIDAS POR CAUSA D’ELE E QUANDO VAMOS CONTRA SATANÁS E SUAS HOSTES, SABEMOS QUE RECUARÃO POR CAUSA DO NOME DE JESUS, QUE É UMA ARMA PODEROSA CONTRA TODAS AS FORÇAS DO INFERNO.
O PODER ESTÁ NA ARMA. PRECISAMOS SABER USÁ-LA.
O NOME DE JESUS É ARMA SEM IGUAL E ELA NOS PERTENCE. TEMOS O PODER DE PROCURAÇÃO, OUTORGADO POR CRISTO MESMO, PARA AGIR NA TERRA EM SEU NOME. ISSO QUER DIZER QUE ELE NOS AUTORIZA A USAR SEU NOME NO CUMPRIMENTO DA MISSÃO QUE POR ELE NOS FOI CONFIADA.
ISAÍAS 9:5-7 - APOCALIPSE 1:17-18 - MATEUS 16:19.
E ESSAS CHAVES SÃO O SEU NOME, EM QUEM ESTÃO ESCONDIDOS TODO O PODER, AUTORIDADE E FORÇA. ESTAMOS DESTINADOS À VITÓRIA. ALELUIA!
É EM NOME DE JESUS QUE EXPULSAMOS DEMÔNIOS, PEGAMOS EM SERPENTES, SOMOS LIBERTOS DOS ATAQUES DOS INIMIGOS, FALAMOS EM NOVAS LÍNGUAS E IMPOMOS AS MÃOS SOBRE OS ENFERMOS PARA QUE SEJAM CURADOS.
COLOSSENSES 3:17 - O NOME DE JESUS DEVE SER A FORÇA MOTORA DE TODAS AS NOSSAS AÇÕES.
O GRAU DE AUTORIDADE DEMOSTRADO EM NOSSA VIDA SERÁ DETERMINADO PELO GRAU DE NOSSA VITÓRIA PESSOAL. QUANTO MAIS USAMOS O NOME DE JESUS E VEMOS OS EFEITOS QUE ISSO PRODUZ, TANTO MAIS SE DESENVOLVE A NOSSA FÉ PARA FAZÊ-LO. COMO EM TODAS AS ÁREAS DA NOSSA VIDA CRISTÃ, HÁ UM CRESCIMENTO NA CONSCIÊNCIA DO QUE O NOME DE JESUS REPRESENTA.
PARA EMPREGARMOS O NOME DE JESUS COM AUTORIDADE, DEVEMOS TER COMUNHÃO COM ELE, EM OBEDIÊNCIA À SUA PALAVRA E SANTIDADE DE VIDA (1 JOÃO 2:6)
O Nome de Jesus está acima de todos os nomes.
O Nome de Jesus é maior do que todos os nomes.
O Nome de Jesus tem autoridade no céu, na terra e debaixo da terra.
O Nome de Jesus tem toda autoridade no trono de Deus.
O Nome de Jesus me dá autoridade sobre os demônios do inferno.
O Nome de Jesus me pertence hoje, na terra. (Mt 18: 19, 20).
Jesus está aqui.
Ele está aqui para garantir que minha oração é ouvida e respondida.
Está aqui para honrar o que digo. (Jo 14:14).
Seu Nome tem autoridade.
Ele me autorizou a usar este Nome contra os meus inimigos - a totalidade do inferno, todos os demônios, a doença e a enfermidade, e o pecado também - a opressão e a depressão.
Logo, em Nome de Jesus, estou livre.
Porque Jesus me libertou.
E tudo quanto Ele fez, e a totalidade do Seu poder, e toda a Sua autoridade, e o poder de todas as Suas conquistas, estão investidos no Nome.
E este Nome me pertence!
Sou mais que vencedor por meio dAquele que me amou e Se deu por mim.
Portanto, tomo o Nome e ando vitoriosamente.

4) O SANGUE DE JESUS.
APOCALIPSE 12: 7-11.
O SANGUE DE JESUS É O SANGUE DA NOVA ALIANÇA, PELA QUAL NOS UNIMOS A DEUS.
- NELE HÁ VIDA ETERNA, UNIÃO COM O PAI, RESSURREIÇÃO, ALIMENTO (JO 6:53-57).
- POR ELE SOMOS JUSTIFICADOS (RO 5:9).
- POR ELE TEMOS A REDENÇÃO E REMISSÃO DOS PECADOS (EF 1:7 - CL 1:14).
- POR MEIO DELE NOS APROXIMAMOS DE DEUS (EF 2:13).
- ELE É O PREÇO PAGO PARA QUE SEJAMOS TOTALMENTE DO SENHOR (AT 20:28 - 1 PE 1:18, 19).
- É INSTRUMENTO DA NOSSA SANTIFICAÇÃO (HB 13:12).
- E INSTRUMENTO DA LIBERTAÇÃO DO PECADO (AP 1: 5, 6).
HEBREUS 9.
NÓS ESTAMOS SOB A COBERTURA DO SANGUE.
OS EFEITOS QUE O SANGUE DE JESUS, DERRAMADO PELO SEU SACRIFÍCIO NA CRUZ, TÊM SOBRE NÓS, QUANDO NOS ARREPENDEMOS DOS NOSSOS PECADOS E NOS VOLTAMOS PARA DEUS, RECEBENDO A JESUS COMO NOSSO ÚNICO SENHOR E SALVADOR, SÃO OS SEGUINTES:
- POR ELE JESUS NOS OBTEVE ETERNA REDENÇÃO (V. 12).
- GARANTE A POSSE DAS PROMESSAS NO TEMPO PRESENTE (V. 15)
- PÕE EM VIGOR ATUAL O TESTAMENTO (V. 17).
- JESUS ESTÁ DIANTE DA FACE DE DEUS, POR NÓS (V. 24).
- ANIQUILA O PECADO DE UMA VEZ POR TODAS, SANTIFICA, PURIFICA, NOSSA CONSCIÊNCIA DE OBRAS MORTAS, ENFIM, GARANTE-NOS UMA COMPLETA REDENÇÃO. O SANGUE DE JESUS, PORTANTO, NÃO APENAS NOS PURIFICA DE TODO O PECADO (1 JO 1:7), MAS É A BASE DA NOSSA VITÓRIA DIÁRIA E SERÁ MOTIVO DO NOSSO CÂNTICO DE VITÓRIA NO CÉU (AP 7:9-14).
O MODO DE USARMOS O SANGUE DE JESUS COMO ARMA ESPIRITUAL, É TESTEMUNHADO COM NOSSA BOCA O QUE ELE REPRESENTA. EM ASSIM FAZENDO, DEIXAMOS QUE SATANÁS SAIBA QUE SABEMOS O QUE SOMOS E TEMOS EM CRISTO JESUS, E QUE SABEMOS APLICAR OS BENEFÍCIOS DO SANGUE DO CORDEIRO DE DEUS ÀS NOSSAS NECESSIDADES. ISSO FAZ COM QUE ELE FUJA DE NÓS. SATANÁS TEM MEDO, HORROR DO SANGUE DE JESUS, POIS SEU SANGUE DERRAMADO NÃO SOMENTE É A BASE DA NOSSA VITÓRIA, COMO TAMBÉM A BASE DA DERROTA DE SATANÁS.
O SANGUE DE JESUS É O FUNDAMENTO, A BASE, DE TODA AUTORIDADE HUMANA SOBRE O INIMIGO. PORTANTO, DEVEMOS SER AGRESSIVOS E OUSADOS NO USO DO CONHECIMENTO DESSA VERDADE. DEVEMOS RESISTIR A SATANÁS COM A VERDADE DA PALAVRA DE DEUS. DEVEMOS TESTIFICAR A ELE O QUE O SANGUE REPRESENTA PARA NÓS. DEVEMOS APRENDER A ADESTRAR AS MÃOS PARA A PELEJA (SL 18:34), E MANEJAR A VERDADE DIVINA EM COMBATE (DN 11:32).
O Poder do Sangue de Jesus
A Igreja necessita aprender a usar o grande recurso que o Senhor lhe concedeu para desfrutar de plena proteção, vida espiritual e comunhão com Deus: o sangue de Jesus. O sangue de Jesus não pode continuar a ser apenas uma doutrina objeto da fé. A Igreja precisa aprender a viver essa doutrina e a beneficiar-se de todo o poder que há no sangue do Cordeiro, recebendo, assim, todas as bênçãos que o Senhor concedeu ao seu povo mediante o poder desse sangue.
Convém lembrar, a princípio, que a Bíblia nos ensina que, para receber, é necessário pedir: "pedi e dar-se-vos-á" (Luc. 11:9, 10). As bênçãos que o Senhor deseja conceder à Sua Igreja devem ser pedidas em oração para que o Senhor as conceda. Ao pedir, exercemos a fé pela qual nos apropriamos das promessas do Senhor contidas nas Escrituras (Heb. 11:1, 6).
Da mesma forma que o Senhor Jesus nos ensinou a pedir o Espírito Santo (Luc.11: 13), devemos pedir as bênçãos conquistadas para Sua Igreja pelo Senhor Jesus ao morrer pela Sua redenção, ou seja, ao derramar seu precioso sangue no Calvário.
Em geral, a Igreja sabe apenas que o Senhor Jesus derramou o seu sangue para Sua "salvação" ou "redenção". No entanto, convém assinalar que "salvação" compreende não apenas o novo nascimento, mas uma vida de santificação. As Escrituras exortam os crentes a operarem sua salvação "com temor e tremor".
A Palavra de Deus também nos mostra que o sangue de Jesus foi derramado para que a Igreja desfrutasse das seguintes bênçãos - que estão incluídas na salvação:
1)Purificação dos pecados (I Jo 1:7). Assim como devemos confessar nossos pecados para sermos perdoados, devemos crer que o sangue de Jesus nos purifica de todo o pecado. Assim, é removido um obstáculo à nossa comunhão com o Senhor.
2)Comunhão com o Senhor (Heb 10:19-22). A Palavra revela que os crentes entrar com ousadia no Santo dos Santos - em outras palavras, na presença do Senhor - pelo sangue do Cordeiro. Por isso os servos do Senhor devem clamar ao Senhor para que Ele remova obstáculos à comunhão de forma que não apenas seu espírito, mas também sua alma (mente, emoções) estejam em plena comunhão com o Senhor.
3)Vitória sobre o Adversário (AP 12:11). A Igreja vencerá o Adversário até o fim "pelo sangue do Cordeiro" e pela palavra de seu testemunho. A Igreja deve exercer a fé nessa promessa em momentos de luta e o Senhor manifestará o poder do sangue de Jesus na vida dos seus servos, concedendo a vitória de que necessita.
4)Proteção contra o inimigo (Ex 12:23). A vitória compreende essa proteção, à exemplo do que o povo de Israel conseguiu no Egito. O Destruidor não pôde penetrar as casas dos israelitas e destruir os primogênitos, pois ao ver o sangue ele foi obrigado a "passar por cima" dessas casas.
Por essa razão, quando rogamos em oração para o Senhor nos cobrir com o sangue de Jesus, somos protegidos contra ataques do Adversário em qualquer situação, inclusive no início de cada culto ou reunião. Dessa forma, não há manifestações de dons falsos em nosso meio.
5)Libertação de costumes, vícios e comportamento indevido (I Pe 1:18-19). A Palavra afirma que somos libertados da vã maneira que herdamos de nossos pais pelo sangue do Senhor Jesus. Assim, quando algum crente revela que ainda está preso a algum tipo de comportamento que não glorifica o Senhor, podemos orar baseando a nossa fé nessa Escritura que nos garante a vitória nessa luta por meio do sangue de Jesus.
6)O sangue de Jesus está estreitamente ligado à operação do Espírito Santo. A razão é simples: o Espírito Santo só pode operar baseado na Obra consumada pelo Senhor Jesus na cruz do Calvário ao derramar seu precioso sangue; em outras palavras, ao dar a sua vida pelos nossos pecados. Em Levítico lemos que a vida está no sangue. Da mesma forma, a vida eterna está no sangue de Jesus. O Senhor nos disse que, se não bebêssemos o seu sangue não teríamos vida espiritual. E logo adiante explicou que as palavras que havia dito eram espírito e vida. Entendemos a lição: quando o Espírito Santo opera em nossas vidas Ele transmite a vida que há no sangue de Jesus, a vida eterna que o Senhor Jesus conquistou para nós ao derramar seu sangue pela nossa salvação.
Assim como o sangue de Jesus circulava no corpo físico do Senhor Jesus dando vida a cada célula, o Espírito Santo hoje opera na Igreja, visitando cada membro do Corpo, transmitindo a vida eterna a cada um de nós, aplicando a Palavra de Deus aos nossos corações.
Quando nós oramos para o Senhor nos conceder uma determinada bênção (dentre as acima referidas) com base no poder que há no sangue de Jesus, o Senhor envia o Espírito Santo, que opera a bênção de que carecemos baseado no sangue derramado, com base na Obra consumada pelo Senhor Jesus na cruz do Calvário.
O sangue de Jesus foi derramado uma só vez na cruz do Calvário, mas é aspergido continuamente sobre os servos de Deus, que são "eleitos segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e a aspersão do sangue de Jesus Cristo" (I Pe 1:2).
Aleluia!
5) OS ANJOS
ANJOS = SER ESPIRITUAL QUE EXERCE O OFÍCIO DE MENSAGEIRO DE DEUS.
HEBREUS 1:14.
A PALAVRA ANJO SIGNIFICA MENSAGEIRO OU REPRESENTANTE.
OS ANJOS SÃO SERES PESSOAIS QUE ASSISTEM DIANTE DE DEUS, E O LOUVAM CONSTANTEMENTE. SÃO DOTADOS DE LIBERDADE MORAIS, EMPENHADOS NO SERVIÇO DE DEUS E OCUPADOS POR ELE PARA MINISTRAR O BEM ESTAR DOS HOMENS.
ASSIM “ANJO” É O NOME DE ENTES CELESTIAIS, MAIS ELEVADOS DO QUE O HOMEM EM DIGNIDADE (HB 2:7 - 2 PE 2:9-11).
NÃO SE PODE AFIRMAR QUANDO OS ANJOS FORAM CRIADOS, O QUE SE TEM DE CERTO É QUE FOI ANTES DO SÉTIMO DIA DA CRIAÇÃO (EX 20:11).
OS ANJOS NÃO ESTÃO SUJEITOS À MORTE COMO NÓS HOMENS, MAS VERIFICAMOS NA PALAVRA DE DEUS QUE AQUELES QUE USARAM DE SUA LIBERDADE PARA SE OPOREM A DEUS ESTÃO CONDENADOS A MORTE ETERNA, DO LAGO DE FOGO.
QUANTO A SUA ESTATURA, A BÍBLIA NÃO NOS FORNECE MAIORES DETALHES; MAS, NOS LEVA A ENTENDER QUE HÁ UMA CERTA CATEGORIA “MAIOR” QUE A ESTATURA HUMANA (SL 8:5) E OUTRA MENOR (AP 21:17).
INTRINSECAMENTE, ELES NÃO POSSUEM CORPOS FÍSICOS, CONQUANTO POSSAM ASSUMIR FORMAS FÍSICAS, QUANDO DEUS LHES PRESCREVE UMA MISSÃO ESPECIAL.
ALÉM DISSO, DEUS NÃO LHES CONCEDEU A CAPACIDADE DE SE REPRODUZIREM, PELO MENOS, NÃO COMO FOI DADA AO HOMEM, PORQUE ELES NÃO CASAM, NEM SE DÃO EM CASAMENTO (MC 12:25).
NO QUE TANGE A SEUS OFÍCIOS, AS ESCRITURAS APRESENTAM ASSIM:
a) ANJO (LC 2:9-15) - b) ARCANJO (JD 6) - c) QUERUBIM (GN 3:24) - d) SERAFIM (IS 6:2-6). SÃO SERES INDIVIDUAIS E, EMBORA ESPÍRITOS, EXPERIMENTAM EMOÇÕES, PRESTAM CULTOS AO SENHOR (SL 148:2), CONHECEM SUAS LIMITAÇÕES, NÃO SÃO ONISCIENTES (GN 19:12 - MT 24: 36).
É EVIDENTE QUE, NO MUNDO ANGELICAL, NESSE VASTO REINO DA LUZ E GLÓRIA, HÁ DIFERENTES CATEGORIAS E POSIÇÕES. DEUS DISTRIBUIU ENTRE ELES DOMÍNIO E PODERES, NOS LUGARES CELESTIAIS, QUE EXISTEM NESSE MUNDO INVISÍVEL (CL 1:16 - 1 PE 3:22).

SEUS NOMES NA BÍBLIA:
- GABRIEL - HOMEM DE DEUS / HERÓI DE DEUS - ANJO MENSAGEIRO, PORTA VOZ DA PARTE DE DEUS (DN 8:16 - LC 1:26).
- MIGUEL - QUEM É COMO DEUS? - ARCANJO GUERREIRO (DN 8:13 - 12:1).
OS LIVROS APÓCRIFOS CITAM ESTES:
- URIEL - DEUS É LUZ.
- RAFAEL - CURADOR DIVINO.
- REMUEL OU HANAEL (HANANEEL) - DEUS FAVORECEU.
-RAGUEL
-SARAKAEL
OS ANJOS SÃO OS DISTRIBUIDORES E ADMINISTRADORES DA BENEFICÊNCIA DIVINA COM RELAÇÃO A NÓS. ELES DÃO ATENÇÃO AS NOSSAS SEGURANÇAS, ENCARREGAM-SE DA NOSSA DEFESA, DIRIGEM NOSSOS CAMINHOS E EXERCEM UMA SOLICITUDE CONSTANTE NO SENTIDO DE QUE NENHUM MAL NOS ATINJA.
ELES GUIAM, CONSOLAM E CUIDAM DO POVO DE DEUS, EM MEIO AO SOFRIMENTO E PERSEGUIÇÃO, BILLY GRAHAM DIZ EM UM TRECHO DE SEU LIVRO: “EM MEIO A CRISE MUNDIAL QUE ESTAMOS DESTINADOS A ATRAVESSAR NOS ANOS VINDOUROS, ESSE TEMA, SOBRE OS ANJOS, SERÁ DE GRANDE CONFORTO E INSPIRAÇÃO PARA OS QUE CRÊEM EM DEUS - É UM DESAFIO AOS INCRÉDULOS PARA QUE ACREDITEM”.
NÃO DEVEMOS DAR ORDENS DIRETAS AOS ANJOS, DEVEMOS PEDIR A DEUS QUE ORDENE (SL 91:10). SE UM ANJO NOS FALAR DIRETAMENTE, DEVEMOS PEDIR TESTIFICAÇÃO (JZ 6:17, 18).
O MINISTÉRIO DOS ANJOS QUANTO À NOSSA SEGURANÇA E BEM ESTAR, PARECE QUE COMEÇA LOGO NA INFÂNCIA E CONTINUA A VIDA TODA (ANJO DA GUARDA OU ANJO GUARDIÃO). OS ANJOS NOS OBSERVAM (1 CO 4:9); UM FATO QUE DEVE INFLUENCIAR NOSSA CONDUTA (NM 22:34). ELES RECEBEM OS ESPÍRITOS DOS CRISTÃOS QUANDO PARTEM DESTA VIDA PARA A ETERNIDADE (LC 16:22).

OS ANJOS DE DEUS
ANJO DA GUARDA
“O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem, e os livra” (Sl 34:7). “Vede, não desprezeis a nenhum destes pequeninos; pois eu vos digo que os seus anjos...” (Mt 18:10) “Eles então diziam: É o seu anjo” (AT 12:15).
Embora existam outros, acredito que os textos acima já dão para explanarmos o que quero lhes transmitir. Acredito piamente que cada servo de Deus, temente ao Senhor é protegido por um guardião celeste designado para o livrar de todos os males. Foi o caso de Pedro que se encontrava preso por Herodes.
Estava acorrentado a dois soltados, quatro escoltas de quatro soldados cada e uma grande porta de ferro prendiam Pedro, mas quando Deus tem propósito nada pode impedi-lo. A Igreja orava, clamava e intercedia pelo seu amado líder e Deus que ouve tudo ouviu as suplicas. Nessa hora o Senhor deu ordem ao anjo que guardava Pedro (Sl 91:11) e o milagre ocorreu. No meio da noite Pedro é acordado por um ser muito lindo, sem saber o que realmente estava ocorrendo ele se levanta já sem nada o prendendo. Os soldados todos nos seu postos, olhos bem abertos, mas que não conseguem ver Pedro e o anjo saindo. As portas das celas uma a uma foram se abrindo automaticamente, como em uma garagem moderna que se abre ao apertar de um botão. Quando Pedro se dá realmente conta do acontecido está no meio da rua e bem longe da cadeia. ALELUIA! Locomove-se até ao local que oravam por ele e bate à porta, persiste em bater e ninguém ouve, mas a garota Rode percebe o barulho e pergunta quem bate, de felicidade a menina volta gritando pela sala que Pedro esta a porta. Alguém diz que é o seu anjo, mas Rode afirma que é Pedro. Quando fizeram a confirmação e abriram a porta lá estava Pedro que entrando explicou como o anjo o libertará.
Glória Deus, como é bom sabermos que temos a proteção de Deus. Leia também o caso de Eliseu e seu moço, o texto encontra-se em II Reis capítulo 6 ai você ficará mais convicto da proteção do Senhor. ALELUIA!
AOS ANJOS - UM EXÉRCITO BEM ORGANIZADO
No exército brasileiro temos uma hierarquia formada com zelo e ordem. Do soldado até o Ministro das Forças Armadas vemos perfeita ordem. Cada um tem o seu papel e função bem definida e com rigor cada posto cumpri a sua função. Agora, se no exército terreno temos tamanha ordem imaginemos no celestial! Vejamos agora algumas dessas hierarquias reveladas na Bíblia:
ARCANJO
“Mas quando o arcanjo Miguel...” (Jd 9)

SERAFINS
“No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as orlas do seu manto enchiam o templo. Ao seu redor havia Serafim; cada um tinha seis asas; com duas cobria o rosto, e com duas cobria os pés e com duas voava. E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o Senhor dos exércitos; a terra toda está cheia da sua glória”.(Is 6:1-3)
É uma ordem de anjos, somente mencionada na visão de Isaías. Os Serafim de seis asas estavam por cima do Senhor. Clamavam proclamando os atributos da santidade de Deus. Louvavam a santidade e a glória do Senhor dos exércitos com tanto vigor que as bases do limiar se moveram e o santo lugar se encheu de fumaça, enquanto desempenhavam o seu ministério de expiação. (Boyer)
Acredito que na hora que a Igreja se reuni para louvar a Deus os serafins se fazem presentes (I CO 11:10), não que outras classes de anjos deixem de estar presentes, mas louvor e serafins estão intimamente ligados.
QUERUBINS
Uma das categorias de anjos. Eles estavam ao oriente do jardim do Éden, Gn 3:24. Querubins foram feitos de ouro no propiciatório, Ex 25:18. As cortinas do Tabernáculo eram bordadas com figuras de querubins, Ex. 26:1. Senhor dos exércitos, entronizado entre os querubins, I Sm. 4:4, cavalgava em um querubim, II Sm. 22:11; Sl. 18:10. Foi feito dois querubins de madeira de oliveira, I Rs. 6:23. Eles estendiam as asas sobre o lugar da arca, I Rs. 8:7. Eles estavam ao lado (Ez. 10:13), e são querubins da glória (Hb. 9:5). (Boyer)
Suas características de inteligência, atitudes de servo, poder e natureza estão representados nos seus quatro rostos, nas faces: do homem, do boi, do leão e da águia. Tinham mãos para servir e quatro asas para mobilidade, moviam-se ao impulso das ordens de Deus (Leia: Ez. 1 e 10).
Parece que havia também querubins de duas asas, leiamos: “No oráculo fez dois querubins de madeira de oliveira, cada um com dez côvados de altura. Uma asa de um querubim era de cinco côvados, e a outra de cinco côvados; dez côvados havia desde a extremidade de uma das suas asas até a extremidade da outra(I Rs. 6:23-24).
Apesar do texto ser insuficiente para provar que há querubins de duas asas, não deixar de ser uma evidência. É claro que pelo texto os querubins seriam bem pequenos e de madeira, o que não é verdade, mas temos que levar tudo em consideração.
No caso do profeta Ezequiel é vista criaturas exóticas com quatro rostos, quatro asas (Ez. 1 e 10) e não têm dúvidas ao declarar serem os querubins.

6) A UNÇÃO COM ÓLEO.
UNÇÃO - ATO OU EFEITO DE UNGIR, UNTURA, UNTAR COM ÓLEO OU COM UNGUENTO, APLICAR ÓLEOS CONSAGRADOS.
UNÇÃO - UNÇÃO VEM DO SUBSTANTIVO GREGO, “CHRISMA”; DAÍ VEM O VERBO CHRIO; E O ADJETIVO CHRISTÓS, QUE SIGNIFICA “UNGIDO”. NO HEBRAICO, O TERMO UNGIDO É MESSIAS, APLICADO A CRISTO. A UNÇÃO, NA BÍBLIA, PODE SER ENTENDIDA DE MODO ESPIRITUAL E LITERAL, COM A APLICAÇÃO DO AZEITE OU ÓLEO SOBRE ALGUÉM OU SOBRE ALGUM OBJETO.
UNÇÃO COM ÓLEO - METÁFORA BÍBLICA QUE SIMBOLIZA O DERRAMAMENTO DO ESPÍRITO SANTO SOBRE ALGO OU ALGUÉM.

ÊXODO 30:22-25.
A UNÇÃO COM ÓLEO É O ATO DE DERRAMAR ÓLEO SOBRE ALGUÉM OU SOBRE ALGUM OBJETO, COM O SENTIDO DE TORNÁ-LO CONSAGRADO A DEUS, OU DE BUSCAR A CURA DIVINA SOBRE O ENFERMO.
COMPOSIÇÃO - ERA COMPOSTO DE “PRINCIPAIS ESPECIARIAS”: MIRRA, CANELA AROMÁTICA, CÁLAMO AROMÁTICO, CÁSSIA E AZEITE DE OLIVEIRAS.
TODO ÓLEO CONSAGRADO AO SENHOR É SANTO, SIMBOLIZA O ESPÍRITO SANTO, PORÉM SE A BÍBLIA ENSINA A RECEITA DO ÓLEO DA UNÇÃO, DEVEMOS FAZER COMO A BÍBLIA ENSINA. O ÓLEO DA SANTA UNÇÃO NÃO ERA FEITO COM QUALQUER TIPO DE ÓLEO (EX 30:26), MAS FABRICADO POR ORDEM DIVINA, CONTENDO OS INGREDIENTES SELECIONADOS PELO PRÓPRIO DEUS.
O PERFUMISTA OU QUALQUER OUTRA PESSOA FICAVA TERMINANTEMENTE PROIBIDO DE FABRICAR ESTA COMPOSIÇÃO QUE SE DESTINASSE A QUALQUER OUTRO USO QUE NÃO FOSSE PARA O SANTUÁRIO, SOB PENA DE PAGAR COM A VIDA A SUA DESOBEDIÊNCIA (EX 30:22-33).

ALGUMAS PASSAGENS DO N.T. RELATIVAS À UNÇÃO COM ÓLEO:
DISCÍPULOS (MC 6:13).
PRESBÍTEROS / ENFERMOS (TG 5:14).
SEPULTURA (MC 14:8 - LC 23:56).
HÓSPEDES (LC 7:38 - LC 7:46).

ALGUMAS PASSAGENS DO V.T. RELATIVAS À UNÇÃO COM ÓLEO:
OBJETOS (EX 30:26-29 - 40:9-11).
SACERDOTES (EX 30:30 - 29:7 - LV 8:12).
REIS (1 SM 10:1 - 1 SM 16:13 - 2 SM 2:4 - 11:7 - 1 RS 1:39 - 2 CR 23:11).
PROFETAS (1 RS 19:16).
Consagrando o Óleo da Unção
Em cada produção do Óleo da Unção (todos os tipos), devemos fazer uma oração sobre o óleo, e o consagrar ao SENHOR, e orar quebrando toda e qualquer contaminação maligna, e profetizar bênçãos para todas as pessoas que irão Ungir com estes Óleos, e também bênçãos de cura, prosperidade, proteção e aliança no SENHOR para todos os que receberão a Unção.
O Óleo Santo da Unção é para Uso do Reino de Deus.
O Óleo SAGRADO da UNÇÃO foi primeiramente fabricado em Ex. 30:22 a 33, com a fórmula que o SENHOR deu a Moisés, para Ungir a Tenda da Consagração, a Arca do Testemunho e todos os utensílios. Todas estas coisas foram consagradas para que se tornassem Santíssimas: Tudo o que tocar nelas será Santo. Também foram Ungidos Arão e seus filhos e consagrados como sacerdotes.

7) A UNÇÃO DO ESPÍRITO SANTO.
UNÇÃO ESPIRITUAL - É A CAPACIDADE DADA POR DEUS A ALGUMA PESSOA, CREDENCIANDO - A PARA CUMPRIR UMAS MISSÕES ESPECÍFICAS, ESPECIAIS DENTRO DOS PROPÓSITOS DIVINOS.

A UNÇÃO
MUITO SE OUVE FALAR SOBRE “UNÇÃO”, MAS O QUE É A UNÇÃO?
NO A.T. A BÍBLIA RELATA “UNÇÃO” COMO UNGIR COM ÓLEO PARA SEPARAR PARA DEUS PESSOAS OU OBJETOS, SIMBOLIZANDO O DERRAMAR DO ESPÍRITO SANTO AONDE FOI UNGIDO COM O ÓLEO DA UNÇÃO, PORÉM NO N.T. A “UNÇÃO” É O DERRAMAR DO ESPÍRITO SANTO NA VIDA DOS CRENTES EM CRISTO JESUS. UM DOS EXEMPLOS DA UNÇÃO DO ESPÍRITO SANTO SE ENCONTRA EM (ATOS 2).
VEJAMOS ALGUMAS DEFINIÇÕES SOBRE A UNÇÃO DO ESPÍRITO SANTO:
1) UNÇÃO - É A CAPACIDADE SOBRENATURAL DADA POR DEUS PARA QUE POSSAMOS DESEMPENHAR ALGO (AT 1:8 - 2:1-4).
2) UNÇÃO - SÍMBOLO DA PRESENÇA DO ESPÍRITO SANTO, QUE NOS GUARDA, NOS INSTRUI EM TODAS OS CAMINHOS QUE DEVEMOS ANDAR, PARA O APERFEIÇOAMENTO DO NOSSO PRÓPRIO MINISTÉRIO (JO 1:32, 33 - 1 JO 2:27).
3) UNÇÃO - TRAZ CONHECIMENTO, SABEDORIA, CAPACITAÇÃO SOBRENATURAL PARA A OBRA DE DEUS (ANUNCIAR O EVANGELHO COM ALEGRIA, PODER, AUTORIDADE, MANIFESTAÇÃO DE CURA, ETC) (AT 4:29-31).
4) UNÇÃO - FAZ SEPARAÇÃO, MARCA ESPIRITUAL QUE TRAZ CONSEQUÊNCIAS NO MUNDO FÍSICO (LC 24:49 - EF 1:13 - 4:30).
5) UNÇÃO - PODER DO ESPÍRITO SANTO CAPAZ DE DESTRUIR TODO TIPO DE AMARRA ESPIRITUAL, TRAZENDO LIBERDADE E PODER PARA QUEM RECEBE - (IS 10:27).
A UNÇÃO ESTÁ RELACIONADA AOS DONS ESPIRITUAIS (1 CO 12:1-11), OU SEJA, O DOM DO ESPÍRITO SANTO É CONSIDERADO UMA UNÇÃO DO ESPÍRITO, PORÉM NEM TODA UNÇÃO É DOM.
TODA PESSOA QUE RECEBE A CRISTO DEUS DERRAMA DA UNÇÃO DO ESPÍRITO, E ALÉM DA UNÇÃO RECEBE O PRÓPRIO ESPÍRITO SANTO (JO 1:12 - 1 CO 6:19).
A UNÇÃO SE MANIFESTA SENDO POUCA OU MUITO, DEPENDENDO DA BUSCA, DESEJO E CONSAGRAÇÃO DO CRENTE (LC 11:9-13), E TAMBÉM DA VONTADE SOBERANA DE DEUS (AT 9:15, 16 - FL 2:13).
DURANTE MUITOS ANOS A IGREJA SE ESQUECEU DO BATISMO DO ESPÍRITO SANTO (UNÇÃO), E DEPOIS DO REAVIVAMENTO COM O BATISMO DO ESPÍRITO A IGREJA ACREDITOU QUE ESTA SERIA A ÚNICA UNÇÃO DE DEUS, PORÉM A UNÇÃO É ILIMITADA E INFINITA, PORQUE DEUS É INFINITO E ILIMITADO. DEUS SEMPRE TERÁ UMA NOVA UNÇÃO AOS SEUS FILHOS (JO 4:14 - 7:37-39 - JL 2:28,29).
O SENHOR QUER DERRAMAR DA SUA UNÇÃO EM SUA VIDA ESPIRITUAL (FERVOR, FOGO) (MT 3:11 - MC 16:17, 18), NA SUA VIDA MINISTERIAL (1 CO 12:28 - RM 12:6-8), NA SUA VIDA PESSOAL (VITÓRIA) (LC 10:19).
(DISSE-LHE JESUS: NÃO TE HEI DITO QUE, SE CRERES, VERÁS A GLÓRIA DE DEUS? -JOÃO 11: 40).
BASTA VOCÊ CRER!
HALLELUYA
Apcm

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Os Ministérios e Suas Atribuições

Os Ministérios e Suas Atribuições

Rm. 12; l Cor 12;Ef 4.11

Apóstolo - Está escrito que Jesus chamou uns para serem apóstolos, palavra grega que quer dizer enviado, ou "Aquele que tem uma missão ", então um missionário, alguém que recebe uma ordem divina para fazer um trabalho, op apostolo é um missionário abre frentes de trabalho, institui uma visão que ele recebe de Deus, é responsável pela doutrina Crista, doutrinas fieis às questões bíblicas, e à verdadeira doutrina cristã evangélica, é responsável pela instituição de doutrinas denominacionais, visão de pregação e ensino, o apóstolo é reconhecido pela sua fidelidade à doutrina dos apóstolos e profetas e da Igreja Cristã.
No Cenáculo da Aliança o Apóstolo é o responsável direto por toda organização Ministerial, é líder do ministério , responde juridicamente sobre qualquer indagação que lhe é feita, é responsabilidade apostólica formar e ensinar, formar Ministros de alto escalão (Bispos e Pastores) do Ministério, distribuir a visão, enviar missionários para que sejam abertas novas sedes ou Igrejas locais , o Apóstolo pode convocar todos Ministros e comunicar-lhe acerca de doutrinas ou execução administrativa; agora todos os Ministérios devem submissão e satisfação de seus trabalhos, é dever do apóstolo zelar pela doutrina, pela administração geral, pelos investimentos de toda Organização do Cenáculo da Aliança, portanto pode também disciplinar qualquer Ministro que infringir qualquer princípio da doutrina Cristã, dos ensinamentos do Cenáculo, e do Manual Administrativo, todos estão sujeitos a esta disciplina, inclusive o apóstolo da Igreja; toda e qualquer disciplina deve ser aplicada mediante a doutrina de disciplina ensinada pelo Cenáculo da Aliança.
O Ministério do Cenáculo da Aliança no Brasil terá uma liderança e uma sede única, será representado por Igrejas locais, que terão a sua própria liderança Ministerial, seguirá o modelo administrativo de Empresas privadas, com, Sub-sede regionais e filiais: o modelo Ministerial de Administração das Sub-sedes e filiais obedecerão o Organograma Administrativo da sede do Ministério sendo assim as Sub-sedes e filiais, ou seja as Igrejas locais obedecem as diretrizes e determinações do Ministério (Sede), cada Igreja local tem seu líder (Pastor (a)), cada sede regional terá seu líder (Bispo(a) , que obedecerão as determinações da sede sobre a liderança do Apóstolo; todos os Ministérios deverão trabalhar integrados para o bem e o progresso do reino é essencial que haja então cooperação entre os ministros e todos que participarem do Ministério ; os Ministros são por esses instrumento orientados a envolverem toda a Igreja para o crescimento do Ministério..
Os Ministérios relacionados a seguir deverão a seguir deverão seguir o processo de administração denominado, Postura Administrativa ( PA.) Os Ministérios são :
• Apostólico
• Episcopal
• Pastoral e Presbitério
• Educação Cristã
- Escola de discípulos
- Treinamento Pastoral e Missionário
- Min. Infantil
• Evangelismo Missionário
- Org. dês. de Discípulos
- Igreja Apostólica
• Administração
- Tesouraria
- Património
- Secretaria
- Planejamento, Eventos e Projetos
• Louvor e Música
- Coreografia e Dança
- Coral Gospel Grupo de música
Todos estes Ministérios tem a responsabilidade e a liberdade de atuarem dentro do Ministério das Igrejas e da ABEC , e formarem grupos de trabalho para desenvolverem o trabalho da Igreja do Ministério^ Postura Administrativa que se tomar é a que será detalhada a partir de agora, liberdade e responsabilidade de atuarem estando submissos à doutrina da Igreja, a autoridade constituídas e a visão de administração descrita neste documento, o que temos a seguir é uma base de conceitos de administração :
_

•Epíscopo / Episcopisa - A palavra quer dizer supervisor (Bispo) vemos esta função descrita em Atos 20.28 quando o apóstolo Paulo reuniu com a sua Igreja declarou algo importante, quem constitui um Bispo é o Espírito Santo só Ele sabe
da necessidade de organização da Igreja, vemos também em Tito l, Paulo agora
comissiona o seu fiel discípulo ao espiscopado, dando ordem que ele organizasse a região ministerial de Creta e como existia naquela região várias cidades, era necessário que vários pastores e presbíteros fossem levantados, precisava porém de um organizador que administrasse todo o trabalho, no Cenáculo o trabalho" episcopal não foge à regra, pois além das características que são descritas na palavra de Deus, o Bispo será administrador da região ministerial, para simplificar, o Bispo regional poderá contar com auxiliares (Bispos) terá também em sua administração ( sub-sede) pastores que o ajudarão apascentar o rebanho, estes (Pastores serão subordinados aos Bispos Regionais e Auxiliares ) .
O bispo auxiliar será subordinado ao Bispo regional e o Bispo Regional ao apóstolo, o trabalho do Bispo é:
preservar o ensino da doutrina apostólica formar novos Bispos e Pastores
criar departamentos que ajudem no crescimento da Região Ministerial
abrir frente de trabalho na região supervisionar todos os trabalhos da Organização Cenáculo da Aliança e responder ao apóstolo sobre qualquer indagação.
É necessário que o Bispo tenha características conforme este documento, atribui-se _ Bispo o Pastorado de Ministros.
O Bispo de uma região deve preocupar-se com o nível de seus pastores, pregadores, e evangelistas, cuidar de obedecer as determinações apostólicas quanto os eventos contidos no Calendários de Festas do Cenáculo, a sua sub-sede deve dizimar à sede apostólica (Dízimos dos dízimos ), deve ter o cuidado de cuidar diligentemente às questões doutrinarias, (O que se prega) em sua região; questões evangelísticas (eventos de evangelismos); questões administrativas principalmente às questões financeiras, organizar e procurar andar inteirado com todos os departamentos, ter uma visão ampla para enxergar as necessidades do seu ministério das suas ovelhas , uma mente criativa para se situar num mundo competitivo e demonstrar força e habilidade para resolver problemas quando ocorrerem e dar orientações e direcionar atividades no dia a dia e um espírito dinâmico para nunca parar e dar exemplo de trabalho produtividade e submisso para obedecer ao Apóstolo sabendo que as diretrizes ordenadas por ele são diretrizes divinas e fruto de exautivas pesquisas em torno do mundo e de experiencias diversas .
Procure saber do estado das suas ovelhas , faça crescer a sua região .


Portanto requer de um bispo que dentro destas prerrogativas exerça assim o seu ministério :

Administrar é gerir, reger, velar, governar, aplicar, conferir, ministrar, funcionar no sentido ativo e, não, meramente, como um rei num trono.
Gerindo, o bispo assume a responsabilidade de quem tem contas a prestar. Um conhecimento adequado de todas as dimensões da função, da sua origem até o ato da posse, é indispensável a quem for investido no cargo.
Regendo, o bispo governa, guia, pilota como se estivesse sozinho com um barco em pleno mar. Obediência às regras, qualidades pessoais próprias para quem tem de navegar sem horizonte, virtudes que determinem prudência nos movimentos e coragem na tormenta, são condições essenciais para o cargo.
O exercício do governo requer experiência, proscreve a improvisação. O bispo tem de conhecer de onde veio e para onde vai, para bem conduzir a comunidade a seu cargo.
Velando, ele cerca o cargo da proteção que merece, exerce a função com perseverança, dignifica o ofício pelo contato permanente com o Doador de energias, sabedoria e fé. Os vendavais que o oficio têm enfrentado sugerem ao episcopo uma vigilância insone para não quebrar a linha mestra dos objetivos de Deus, que criou o cargo.
Conferindo, dando, outorgando, concedendo, transmitindo a outros, continua a obra da maneira como nela entrou. Está formando equipes futuras. Está bispo junto ao Pai para que preserve naquele que recebe missões de Sua mão, os padrões multimilenares do ofício.
Ministrando, em nome de Deus, o bispo está concretizando o ideal cristão de servir. Está pondo diante de alguém alguma virtude, algum ato, alguma coisa, que, por seu intermédio, é contemplada.
Pelo exposto vê-se que a função administrativa do bispo não é assunto que se situe no espaço, isoladamente, e, nem, tão pouco, no tempo, como criação humana. Isso, a menos que nos limitemos a reproduzir o que a Constituição da Igreja define como sua competência nos dias que correm.
O episcopado é parte de um órgão, no qual deve funcionar obedecendo a regras implantadas pela experiência. Então, temos que perquirir a História, para aquilatar da sua eficiência.
O bispo é um espelho no qual mandam as Escrituras se mirem os do rebanho. Então, é preciso investigar a sua motivação e as suas qualificações, a ver se o tempo pode depor em seu favor.




• Pastores/Pastoras - Desde que existem ovelhas, existem pastores e pastoras e vemos as
qualidades e atribuições, qualidades estão descritas em João 10.10 " O Bom
Pastor dá a vida pelas ovelhas ", dá a vida quer dizer trabalhar por elas, para ensiná-las , cuidá-las e criar meios para que elas se alimentem e vivam bem.
O Pastor deve ter um contato direto com suas ovelhas; atribuições estão descritas em Pv23.24 " Procura saber o estado das suas ovelhas " é importante esta máxima pois ela desafia o trabalho pastoral, é dever do Pastor buscar as ovelhas desviadas procurar meios para manter ovelhas sempre na Igreja, estes meios são :
Manter um ambiente sadio entre as ovelhas :
Ter bom relacionamento com as ovelhas. tratá-las bem. sejam seja doce gentil.
amável
Visite as ovelhas converse com elas . preocupe-se.
Os Pastores do Cenáculo, são lideres nas Igrejas locais, estão sendo preparados para o episcopado na sede cuidam e auxiliam os Bispos, ensinam aos Ministros que compõem a Igreja, são eles também que administram frente de trabalho da Organização , as classes de acesso ao pastorado, os Pastores são os que bem sabem ou devem saber, das necessidades de cada ovelha, devem também organizar os ANJOS nos cultos, administrarem e ajudarem ; suas Igrejas locais nas
sedes e sub-sedes do Cenáculo da Aliança. Pastores no Cenáculo, pregam, ensinam, cantam , administram finanças, secretarias e departamentos, promovem eventos , visitam, aconselham , ajudam, pastoreiam .
Pastor é para pastorear, crer, fazer, obedecer ser Pastor é ser ovelha.

O MINISTÉRIO PASTORAL.
Introdução
O presente estudo visa abordar um tema que é de extrema relevância para a
vida da igreja local. Trata-se da real importância do papel do Pastor na vida da
igreja.
A Bíblia nos mostra que uma igreja cumpre seu propósito, quando a mesma
Glorifica a Deus, ( Mt. 5.16 ) e Proclama o nome de Cristo às Nações. (At. 1.8)
Dentro desta visão bíblica, entendemos então, que cada igreja local precisa
ser preparada para se tornar, dentro das características das igrejas do Novo
Testamento:

“1- Autogovernada, sob a liderança de Deus”.
2- Autosustentada, sob a liderança de Deus.
3- Autopropagadora, sob a liderança de Deus “1

Em todo este processo é fundamental o papel do pastor que pastoreia de
forma eficaz, na dependência do Espírito Santo, levando esta igreja a atingir seu
propósito.

O Chamado

O Ministério pastoral tem sua origem no coração de Deus. (Ef. 4.11) É Ele
quem vocaciona vidas para exercerem tão nobre tarefa. Uma vez vocacionado deve
então o servo de Deus obedecer e se entregar a Deus para ser capacitado e cuidar
do rebanho do Senhor.

A Capacitação

O pastor José Pontes Filho, diretor do Ministério Juvep, em seu livro “À Obra
de Deus Jamais Faltarão Recursos”, expõe a questão da capacitação, onde são
abordados dois tipos de preparo: O Preparo Humano e o Preparo de Deus.
Quando se fala de preparo humano, trata-se do envolvimento do vocacionado
numa Faculdade Teológica (Seminário), cursos de reciclagem e outros que sem
dúvida trazem suporte para um melhor desempenho na obra do Senhor. É
importante lembrar que para um vocacionado ser consagrado ao Ministério Pastoral,
o mesmo não precisa necessariamente passar por um curso teológico. Contudo,
Deus tem suprido sua Igreja com ótimos Institutos e Faculdades Teológicas.
________________________________________
Se o vocacionado tem condições de se ingressar num destes cursos, entendo
ser o ingresso uma atitude de Fidelidade e Submissão a Deus que o supriu com tal
bênção. Mas também, há o preparo de Deus, onde é abordada a maneira especial
que Deus trata o vocacionado em questões íntimas e pessoais. Este tratamento está
relacionado diretamente à ida do Obreiro para o Ministério (Campo). Em muitos
casos o vocacionado termina o curso teológico, e ainda tem de esperar muito tempo
até Deus o enviar. Só será bem sucedido ministerialmente o candidato que for
aprovado também na Faculdade Divina.

A CONSAGRAÇÃO E O ENVIO

É responsabilidade da igreja local a Consagração e o Envio do Obreiro. ( I Tm
4.14 ) A igreja como corpo de Cristo através de seu Presbitério deve reconhecer,
avaliar, consagrar e enviar o obreiro ao Ministério. Da mesma forma, deve também
ter a igreja muito cuidado na consagração dos futuros obreiros. Em I Tm 5.22, Paulo
alerta a Timóteo que era Pastor, para que não consagrasse precipitadamente vidas
para o Ministério. Caso contrário, seria cúmplice dos pecados de tais obreiros.

O Sustento
É de responsabilidade da igreja prover um sustento digno para o seu Pastor.
(I Tm 5.17,18)
Há muitas igrejas que não se preocupam com o sustento do pastor. A
realidade dos mesmos é a de tentar pastorear o rebanho e paralelamente estarem
envolvidos com o trabalho secular. Na maioria dos casos o Ministério Pastoral fica
prejudicado e naturalmente a igreja não atinge o seu propósito. O Problema em sua
maioria não é falta de condição para sustentar o obreiro, mas sim, falta de visão
bíblica. O obreiro estando envolvido integralmente no Ministério, sem dúvida estará
apresentando um trabalho profícuo e toda a igreja será grandemente abençoada.

Na Dinâmica da Igreja

O papel do Pastor é também muito importante no direcionamento da vida
diária da igreja. Na dinâmica local da igreja, alguns pontos importantes devem ser
mencionados. São estes de responsabilidade do pastor local.

1- O Ministério da Palavra

É de responsabilidade do Pastor local, o Ministério da Palavra. Ele
deve ter um pleno conhecimento das necessidades do seu rebanho e aplicar
com eficácia a Palavra de Deus, através das mensagens e primar pelo
crescimento da igreja. ( I Tm 4.1-5 )
No sistema de escalas como tenho visto em algumas igrejas, fica
impossível o pastor apresentar uma série de mensagens abordando um
determinado assunto. Por exemplo: vamos imaginar que o pastor de uma
determinada igreja perceba que no meio do rebanho está faltando amor. Ele
então prepara uma série de mensagens onde nelas a tônica é o amor. Se
nesta igreja o sistema é de escalas, ele ficaria impossibilitado de apresentar
estas mensagens de forma seqüenciada. Contudo, é importante que o pastor
local tenha a visão de treinar e usar os obreiros de sua igreja na Palavra. Ele
deve, portanto, sempre que possível dar oportunidades para que vidas se
levantem e exerçam o dom da Palavra.

2- Visitação Pastoral

Não se concebe um Ministério Pastoral sem a ação das visitas que
devem ser exercidas pelo pastor local. “Mesmo num tempo em que é difícil
encontrar as pessoas em casa, é mister agendar um programa sério de
visitas, de modo a alcançar toda a” membresia “da igreja”. 2
No exercício das visitas ele ficará conhecendo as necessidades do
rebanho. Poderá, portanto, aplicar o remédio certo para a cura de suas
ovelhas.

3- Aconselhamento Pastoral

Na vida de uma igreja local, muitos poderão ser os problemas vividos
pelos membros; poderão ser: familiares, emocionais, conflitos entre os
próprios membros e outros. O pastor precisará estar apto para exercer a
função de Conselheiro. Esta área no Ministério Pastoral é de extrema
relevância para o amadurecimento e crescimento da igreja local. No exercício
desta função, o pastor precisará de sala própria com toda uma estrutura para
receber suas ovelhas que precisam ser aconselhadas. Este espaço poderá
também ser adaptado junto ao gabinete pastoral.

4- Presente nas Organizações e Programações da Igreja

O pastor precisa ter conhecimento, e estar ativo em todas as
programações da igreja. Pastorear é também estar junto. Toda igreja local é
constituída de organizações. Cada organização tem sua dinâmica própria de
trabalho. Contudo, todas elas caminham para um único propósito, o da igreja
local. Naturalmente, para ser bem sucedido ministerialmente o pastor deverá
estar presente e ativo em todas as organizações e programações da igreja.

5- Devocional e Oração

“Para que esteja habilitado a bem cumprir sua missão, o Pastor não só
precisa de mente brilhante, mas de coração movido por Deus”. 3 Como
“homem de Deus”, chamado para o Ministério, sua vida deverá ser de
intimidade com a Palavra de Deus e Oração. O Pastor precisa estar sempre
no Altar de Deus. Estando alimentado pela Palavra e vendo o agir de Deus
através de sua vida de Oração, a igreja será grandemente abençoada.
______________________________________

6- A Vida do Pastor (I Tm 3.1-7)

Quando lemos em I Timóteo as qualificações que deve ter o Ministro de
Deus, entendemos estar tudo relacionado ao testemunho do mesmo diante da
igreja e dos de fora. A Bíblia é muito clara quanto ao padrão de vida que
devemos ter. Não há meio termos. Não há como ajeitar as coisas. Ou se está
na vontade do Senhor ou na do diabo.
Alguém falou que a igreja reflete a imagem de seu pastor. Se na vida
de uma igreja o seu pastor não dá um bom testemunho, fatalmente os
membros desta igreja também não darão bom testemunho. Eis algumas áreas
nas quais o Pastor precisa dar um bom exemplo. O testemunho do pastor
precisa ser de forma a glorificar o nome do Senhor.
_ Na área familiar
_ Na área financeira
_ Na maneira de se vestir
_ Na sua linguagem
_ Deve primar pela Verdade e Justiça
A igreja reflete a realidade vivida pelo seu pastor. Se ele for um padrão bênçãos
diante de Deus, naturalmente sua igreja também o será.
Conclusão:
As verdades apresentadas nesta breve análise têm como base a Palavra de
Deus. Entendemos por Ela que o Ministério Pastoral representa uma grandiosa
ferramenta de Deus, na caminhada de Sua Igreja aqui na Terra. Louvamos também
ao Senhor Deus pelo nosso Grande PASTOR, o Senhor Jesus Cristo que é a
Cabeça de Sua Igreja aqui na terra. (Ef. 5.23) Ele é quem governa a Sua Igreja. E
como governante supremo Ele constituiu pastores que a estejam pastoreando em
sua trajetória na anunciação da Glória de Deus, fazendo o próprio nome de Cristo
conhecido em todo o Mundo.

Oficios de Ministério ,•
Presbíteros e Diáconos
1) PRESBÍTEROS - é uma liderança local, o presbítero (a) é um sacerdote de ovelhas; tem funções pastorais, isto é, todo trabalho de culto e de celebração, ele está apto para celebrar:
• Santa Ceia
• Cultos Regulares
• Festas e Seus Rituais
• Funerais
• Consagração de Crianças
• Além de administrar igrejas locais e organizar frentes de
trabalho; cujo ministros serão ordenados pêlos pastores seniors ou bispo do ministérios. Devemos porém esclarecer alguma coisas e ver o que a bíblia diz sobre os presbíteros:
l.a - São nomeados e designados para igrejas locais pelo apóstolo ou pêlos bispos regionais, ou para auxiliar ou para administrar as igrejas. At. 14.23
l.b - Deve-se ter e desenvolver um caráter, um bom testemunho, tanto para santificação como para exemplo. Tt. 1.6-8.
l.c - Tem o dever de ensinar, por isso deve se apegar à palavra, e doutrinar as pessoas nos fundamentos da fé cristã apostólica. Tt. 1.9-11; I Tm 4.16; Tt. 2.1.
l.d - Tem o dever de governar, de cuidar das ovelhas e da igrejas; sabendo que o senhor que o deu, para isto é necessário, visitar, orar, ungir, para que as pessoas sejam libertas, curados e salvas e plenamente, tudo isto é o cuidado que um presbítero deve ter com as ovelhas e a igreja, isto é governo, ensino e ministração aos doentes, é unção do presbítero - l Pé. 5.1-3; At. 20.28; Tg. 5.14.


Conclusão
Com o exercício deste trabalho, o presbítero, ganha respeito, obediência e acima de tudo a recompensa divina e espiritual, l Ts. 5.12-13; l Tm 5.17; Hb. 13.7.17; Pv. 11.30; l Pé 5.4
2) DIÁCONOS-, essencialmente quer dizer servo, então um ddiacono é acima de tudo servo na igreja local, os diáconos ou diaconizas são escolhidos pela liderança da Igreja local, portanto um diácono é submisso á liderança da igreja local, é submisso a quem o unge. Vejamos a Constituição diaconal: At. 6.6
2.a- Diácono é um necessidade imprescindvel na Igreja Apostólica, pela intensa atividade, o diácono supre uma necessidade que a Igreja tem, que é de dar atenção aos necessitados, aos pobres, aos órfãos , viúvas enfim o diácono além de fazer a Assistência Social da Igreja Local, consegue também cumprir os objetivos apostólicos, e aliviar o fardo dos que ensinam administram as igrejas - At. 6. 1-6
2.b - Os diáconos devem ter e ou buscar qualificações, que serão vistos como testemunho diante da igreja, estas qualificações devem ser obedecidas, e se não for assim devem ser repreendidos para não dar maus exemplos, l Tm 3.8-15.
2.c - As funções são bem definidas; At 6.1-4
a) Cuidar da ordem e organização do templo, aliar-se ao diretor de Património e manter a ordem, limpeza e organização do templo.
b) Cuidar da mesa da ceia, prover os elementos da ceia, da unção, isto nos cultos regulares e de festas, o diácono não pode deixar faltar coisa alguma, desde limpeza até alimentação.
c) cuidar da mesa dos necessitados da comunidades é o diácono que providencia a distribuição de alimentação, roupas, remédios, calçados o diácono é o responsável pela distribuição e pelo cuidado com os donativos que chegam à igreja.
d) Devem cuidar também das necessidades dos ministros, que pregam e ensinam.
O diácono deve criar meios para atuar no seu ministério, e fazer do seu ministério um instrumento de suprimento dentro da igreja, é um cargo de extrema confiança, portanto é necessário, equilíbrio, caráter, pre¬disposição, fidelidade.
É importante sabermos que o diaconato não é uma exclusividade " masculina, a bíblia nos apresenta uma extensa e honrosa lista de Diaconisas que serviram à igreja apostólica desde os tempos de Jesus. Lc 8.1-3; Rm 16.1-2; Rm 16.12; l Tm 5.9.
Concluindo:
O Diaconato é um ofício que recebe a benção e a proteção de Deus. Ex. 23.25; Hb. 12.28 ; Mt.10.42




Levitas
1. Levitas, quem são?

Muitas vezes os ministros de louvor e músicos evangélicos são chamados de "levitas".
No Novo Testamento não temos referência a ministros de louvor nem a instrumentistas na igreja. Jesus disse que o Pai procura adoradores (João 4.24). O ensino apostólico, por sua vez, incentiva todos os cristãos a prestarem culto ao Senhor, com salmos, hinos e cânticos espirituais (Ef.5.18-20; Col. 3.16).
Então, de onde então vem o conceito de "levita"?
Tomamos por empréstimo de Israel e do Velho Testamento. Originalmente, "levita" significa descendente de Levi, que era um dos 12 filhos de Jacó.
Os levitas começaram a se destacar entre as 12 tribos de Israel por ocasião do episódio do bezerro de ouro. Quando Moisés desceu do monte e viu o povo entregue à idolatria, encheu-se de ira e cobrou um posicionamento dos israelitas.

Naquele momento, os descendentes de Levi se manifestaram para servirem somente ao Senhor (Êx.32.26).

Daí em diante, os levitas se tornaram ministros de Deus. Dentre eles, alguns eram sacerdotes (família de Aarão) e os outros, seus auxiliares.
Embora os sacerdotes fossem levitas, tornou-se habitual separar os dois grupos.
Então, muitas das vezes em que se fala sobre os levitas no Velho Testamento, a referência se aplica aos ajudantes dos sacerdotes. Seu serviço era cuidar do tabernáculo e de seus utensílios, inclusive carregando tudo durante a viagem pelo deserto (Núm. capítulos.3, 4, 8, 18).
Naquele tempo, os levitas não eram responsáveis pela música no tabernáculo. Afinal, não havia uma parte musical no culto estabelecido pela lei de Moisés, embora as orações e sacrifícios incluíssem o sentido de louvor, adoração e ações de graças.

Muito tempo depois, Davi inseriu a música como parte integrante do culto. Afinal, ele era músico e compositor desde a sua juventude (I Sm.16.23), então, atribuiu a alguns levitas a responsabilidade musical.
Em I Crônicas (9.14-33; 23.1-32; 25.1-7), vemos diversas atribuições dos levitas:
“Havia entre eles porteiros, guardas, padeiros e também cantores e instrumentistas” (II Crônicas 5.13; 34.12).
Considerando o paralelo existente entre Israel e a igreja de Jesus Cristo, podemos utilizar o nome "levita", embora não sejamos descendentes de Levi. Mas, se queremos assim considerar, então todos os que servem em qualquer ministério podem ser chamados "levitas". O levita é aquele que executa qualquer serviço ligado ao culto. O levita é simplesmente um servo.
Aqueles levitas, designados por Davi para o louvor, eram liderados por Asafe, Hemã e Jedutum, e tinham a tarefa de PROFETIZAR com harpas, alaúdes e saltérios (I Crônicas 25.1).
Nessa época, surgiu a maior parte dos salmos de Israel. Hoje, podemos testificar que aqueles levitas eram mesmo profetas. Através deles o Espírito Santo falava ao povo.
Além disso, eram mestres no que realizavam (I Cr.25.7).

Se queremos usar o nome de "levitas" precisamos nos dispor para o serviço e para caminhar em direção a um nível de qualidade excelente no ministério.

Como um todo, os Levitas se tornaram responsáveis em "fazer o trabalho na tenda da congregação", o Tabernáculo (Números 4:3).
A palavra Hebraica para serviço também significa luta, portanto, o serviço deles no Tabernáculo era uma figura da luta espiritual.

Levi teve três filhos: Gérson, Coate e Merari. O trabalho dos Levitas foi distribuído de acordo com suas famílias:
A família de Gerson era responsável por carregar e montar as cortinas do Pátio Externo do Tabernáculo, as coberturas do Tabernáculo, a cortina da Porta do Santuário, a cortina da Porta do Pátio Externo, juntamente com todas as cordas e fixadores que seguravam estas cortinas (Números 3:25-26)
A família de Merari era responsável por carregar e montar as Tábuas, as Travessas, as Colunas e Bases do Pátio Externo (Números 3:36-37)
A família de Coate era responsável pelo transporte da Arca da Aliança, o Véu, o Altar de Incenso, o Castiçal, a Mesa dos Pães, a Pia e o Altar de Holocausto juntamente com todos os utensílios do Santuário (Números 3:31).

Os filhos de Israel sabiam quando era a hora de sair para sua jornada através do deserto, pois havia uma coluna de nuvem durante o dia e uma coluna de fogo de noite para os guiar. Os Levitas desmontavam e transportavam o Tabernáculo, montando-o novamente no lugar indicado pela nuvem. Quando o Tabernáculo era edificado no novo local, Deus indicava o lugar que cada tribo deveria ocupar ao seu redor (Números 2:1-34).
Os Levitas deveriam armar as suas tendas ao redor do Tabernáculo (Números 1:53).

Podemos usar o termo Levita para quem não é da tribo de Levi?
Quando dizemos hoje que somos levitas alguém pode perguntar como podemos nos denominar Levitas se não somos da Tribo de Levi. Por isso gostaria de alongar este comentário sobre os levitas a fim de que ninguém se perturbe com estas questões.

Juízes 17:7
“Havia um moço de Belém de Judá, da tribo de Judá, que era levita e se demorava ali.”

O levita de Mica veio de Belém e era da família de Judá. Como poderia ser ele levita sendo de Judá e não da tribo de Leví? O levita, neste texto é um exemplo da possibilidade de que indivíduos de outras tribos podiam, durante algum período, unir-se a tribo sacerdotal. Há ainda evidencias de que o termo levita fosse um título funcional com o sentido de voto, alem de servir como designação de uma tribo. Tipologicamente o Levita do Velho testamento nada mais é do que a figura do servo do novo testamento, que se consagra e assume a posição de levita para trabalhar e conduzir o tabernáculo do senhor.



2. A divisão entre os Levitas.

O que será isso? Por que existe divisão entre os levitas num âmbito geral do corpo de Cristo?

Vamos voltar para o inicio de tudo... e em questão de Levitas, tudo começa com Levi.
Levi foi o terceiro filho de Jacó. E quando Jacó percebeu que iria morrer, chamou seus filhos e os abençoou, mas para Levi e Simeão (que eram irmãos e filhos da mesma mãe), Jacó disse:

Gênesis 49: 5 - 7
“5: Simeão e Levi são irmãos; as suas espadas são instrumentos de violência.
6: No seu secreto conselho não entre minha alma, com a sua congregação minha glória não se ajunte; porque no seu furor mataram homens, e na sua teima arrebataram bois.
7: Maldito seja o seu furor, pois era forte, e a sua ira, pois era dura; eu os dividirei em Jacó, e os espalharei em Israel.”

O versículo 5 diz que Levi usava instrumentos de violência.
Muitas vezes os Levitas são rebeldes e até violentos com suas atitudes para com os seus Lideres e Igreja, mas, pelo contrário, os nossos instrumentos devem ser a paz e o amor para com a Igreja, e honrar os nossos Lideres.
Somos rudes e prepotentes... os “donos da verdade”... Não aceitamos a repreensão... Falamos uma
coisa e vivemos outra. Deus olha para os instrumentos musicais e vê violência neles, Deus não aceita isso, por isso Jacó diz:

”No seu secreto conselho não entre minha alma, com a sua congregação minha glória não se ajunte”

Deus fala para estes levitas que, sua glória estará com eles... farão muitas coisas, mas não chegam a lugar nenhum sem a unção.

“...eu os dividirei em Jacó, e os espalharei em Israel.”

Este versículo mostra a razão pelo qual os Levitas são divididos...
É isso mesmo! Esta divisão entre os Levitas foi uma maldição lançada por Jacó aos próprios Levitas, mas, até quando...?



3. Levitas: A reconciliação com Deus e o Chamado.

Vamos agora adiantar um pouco na Bíblia e achegar ao monte Sinai onde Moises recebeu os mandamentos do Senhor.
O contexto desta história fala que o povo achou que Moises não iria voltar mais, então, resolveram fazer um bezerro de ouro e adorá-lo como o seu “deus”; mas o que acontece é que Moises não morreu, e Deus manda Moises descer do monte, pois o povo havia se corrompido.
Chegando lá Moises quebra as tábuas do testemunho e destrói os bezerro de ouro.
Moises chega ao povo e faz uma pergunta decisiva:
Êxodo 32:26
“Pôs-se em pé Moisés na porta do arraial e disse: Quem é do SENHOR, venha a mim.
Então se ajuntaram a ele todos os filhos de Levi.”

Isso foi decisivo na vida dos Levitas. Eles se achegaram ao Senhor

nos próximos versículos Deus os usa para fazer justiça no meio do povo de Deus... Eles foram zelosos.
E veja o que Deus fala para os Levitas por terem se achegado ao Senhor e por terem sido Zelosos na casa de Deus.

29 – “Hoje fostes separados para o Senhor, pois cada um foi contra o seu filho, e contra o seu irmão, e hoje Ele vos abençoou”

Desde aquele momento, Deus separou os Levitas para oficiarem no templo e ensinar as leis em todo Israel. Realmente eles foram divididos em Israel, segundo o que Jacó falou.
Foram divididos porem agora para louvar a Deus no Templo e saírem por Israel a ensinar a Lei do Senhor. Todos com um só pensamento, uma só fé, unidos no Senhor... Deus converteu a maldição em benção... O mal em bem, para o louvor da sua glória.



4. Levitas são Profetas.

1CR 25:1
“E Davi, juntamente com os capitães do exército, separou para o ministério os filhos de Asafe, e de Hemã, e de Jedutum, para profetizarem com harpas, com címbalos, e com saltérios; e este foi o número dos homens aptos para a obra do seu ministério...”

Aonde quer que você esteja você precisa ser um ministro do Senhor, um profeta do Senhor, levando a palavra d’Ele. Isso será possível querido (a), quando nos dispormos e nos colocarmos no altar do Senhor.
Preste atenção no que vou dizer: Você é profeta, e todo profeta vê e ouve o que acontece no reino espiritual, e passa a mensagem quando recebe uma ordem. No seu caso você usa o seu instrumento, o seu corpo, a sua voz para profetizar o que vêm do Senhor, para trazer libertação, cura, quebrantamento etc. Você é luz porque permanece em Jesus Cristo! E luz não combina com trevas! Por muito anos satanás roubou ritmos, danças e outras artes para desviar o homem do propósito de Deus.
A música ou dança, tem um papel fundamental no reino espiritual. Você já percebeu que as pessoas que ouvem músicas que falam de adultério, promiscuidade, sexualidade, fornicação acabam recebendo e concebendo no seu próprio corpo o que a letras segurem?! Isso tem tudo seu início no Reino Espiritual –
Tg. 3:15 – “Essa não é a sabedoria que vem do ALTO, mas é terrena, animal e diabólica. “

O profeta é um homem separado, santo! E você precisa ser santo, precisa ver e ouvir coisas santas, para profetizar! Você precisa ter os olhos e ouvidos abertos para ver e ouvir o que vêm do Trono do Senhor.

Tg. 1:17
“Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do ALTO, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação.”

Cl. 3:2
“Pensai nas coisas que são de CIMA, e não nas que são da terra;”

Santifique seus ouvidos, sua boca, seu olhos e procure profetizar o que vêm do Senhor. Dançar o que está sendo dançado no céu, cantar o que está sendo cantado no céu, tocar o que está sendo tocado no céu! Haverá momentos em que a adoração na terra se juntará com adoração no céu!

Há referências ao trabalho levítico também nos capítulos 9, 15, 23 de I Crônicas e em II Crônicas 5-8, 17, 24, 29 e 35. Encontramos relação entre o oficio levítico e o ofício profético. Jaaziel, um levita dos filhos de Asafe, profetizou a vitória de Josafá (2 Cr 20:14). Jedutum, o levita, é chamado de profeta do rei (2 Cr 35:15).
Os profetas maiores fazem algumas referências ao papel dos levitas. O profeta Isaías falou acerca de Deus reunir os israelitas dispersos (ou talvez gentios convertidos) para servi-lo na qualidade de sacerdotes e levitas: “vem o dia em que ajuntarei todas as nações e línguas; e elas virão, e verão a minha glória. (...) E também deles tomarei alguns para sacerdotes e para levitas, diz o Senhor.” (Is 66:18 e 21).

O profeta Ezequiel descreve uma aguda separação entre os sacerdotes levíticos, a quem denomina filhos de Zadoque, e os levitas infiéis (Ez 40:46; 43:19). Os filhos de Zadoque são os sacerdotes levitas que permaneceram fiéis a Deus (Ez 44:15 e 48:11). Os levitas infiéis são denunciados como idólatras e, face sua infidelidade, não poderiam mais se aproximar do altar, nem manusear as coisas sagradas (Ez 44:10-14).

No livro de Esdras encontramos diversas referências aos levitas. Eles desempenharam uma parte proeminente no lançamento dos alicerces do novo templo (Ed 3:8ss) e quando da dedicação do mesmo (Ed 6:16ss).
Em Neemias encontramos os levitas envolvidos na reconstrução dos muros em Jerusalém (Ne 3:17) e, após seu término, na instrução da Lei ao povo (Ne 8:7-9), tendo uma participação preponderante na vida da nação (Ne 11:3ss, 12:27 ss).
No Novo Testamento, Barnabé é mencionado como um levita (At 4:36).



5. O louvor na história.

O louvor a Deus está mencionado na bíblia desde os tempos mais remotos da humanidade, o primeiro ministro mencionado na bíblia foi Jubal, da descendência de Caim, pai de todos que tocam arpa e órgão (Gn4:21) , e em toda bíblia podemos ver a importância do louvor.

Sl 103:2
Todo o ser louve ao Deus Eterno, e que eu não me esqueça de nenhuma das suas bênçãos!

A Bíblia deixou bem claro do poder que um louvor sincero pode ter em nossa vida, um dos maiores exemplos disso foi da vitória de Josafá sobre os filhos de Amom e de Moabe nas montanhas de Seir; quando ele pediu para que os cantores fossem louvando diante do exército e, quando chagaram diante os seus inimigos viram o poder de Deus através do louvor.
2Cr 20:21 e 22
“Depois de consultar o povo, Josafá ordenou que alguns cantores vestissem roupas sagradas e marchassem à frente do exército, louvando a Deus e cantando assim: "Louvem ao Deus Eterno porque o seu amor dura para sempre." Logo que começaram a cantar, o Deus Eterno causou confusão entre os moabitas, os amonitas e os edomitas, e eles foram derrotados.”
Muitos foram os ministros que se destacaram na história pela sua dedicação e submissão a Cristo, um exemplo foi Davi, além de ser um exemplo de consagração, ele foi um grande músico, cantor e inclusive inventou vários instrumentos musicais
A música nasceu no reino dos céus, o homem recebeu a música como uma dádiva de Deus, uma vez que somente os anjos podiam tocar louvores à Deus (claramente no livro de Ezequiel) mas o homem, pra não perder o "costume", desobedeceu à Deus e começou a usar a música de maneira errada, começou a exaltar a mulher que amava, começou a exaltar a carne e hoje podemos ver como está a situação da música.
Deus criou tudo, inclusive a música em todos seus ritmos e estilos.



6. O poder do louvor.
- Texto introdutório: Atos 16. 25-26
- Diferenciar - louvor, adoração e música.

Existe poder no louvor?
- O poder do louvor se relaciona a vários elementos: seu veículo, seu conteúdo, sua origem, seu propósito e seu agente.

SEU VEÍCULO: A MÚSICA
O poder natural da música – uma linguagem universal.
Sua influência psicológica com efeitos físicos - seu uso geral (no dia-a-dia, nos comerciais, nos eventos, nas religiões, na política, na didática, nas forças armadas, nas terapias, etc.) (com motivo ou sem motivo, com objetivo ou por simples prazer).

- Estímulo à memória na fixação de ensinamentos.
- Ativação da memória na recuperação de lembranças.
- Estímulo às emoções (exemplos: agitação, calma, romantismo e patriotismo).

A melodia como poderoso veículo da ideologia. O que a música está trazendo?
Influência na alteração do comportamento (exemplos: músicas "pró-rebeldia", "pró-suicídio", ou "pró-sexo"). Nossa música deve ser da melhor qualidade e executada com a melhor técnica.

SEU CONTEÚDO: A PALAVRA
- Nossas palavras, nossa mensagem.
- O poder está condicionado na essência das palavras usadas. É verdade o que cantamos? A verdade tem poder.
- Nossa música deve conter a palavra de Deus como essência indispensável. A palavra de Deus é viva e eficaz (Hb.4.12). Ela faz o nosso louvor vivo e eficaz.

SUA ORIGEM: FONTE DE INSPIRAÇÃO
- O poder está condicionado à fonte da inspiração. Cuidado!
- Fontes de inspiração: humana, demoníaca ou divina.
- A Origem do nosso louvor deve ser o céu (onde a música e o louvor foram criados): Inspiração divina, poder de Deus.
- Além do poder natural da música, está em questão o poder espiritual.

SEU DESTINO E PROPÓSITO
- Intenção, objetivo
O destino do nosso louvor deve ser o céu: devemos louvar com o propósito de agradar a Deus e promover o seu reino. Existem riscos de desvio para: agradar ao homem, conseguir glória humana, conseguir dinheiro. O dinheiro é importante e necessário, mas não podemos fazer dele o alvo ou condição para o nosso louvor.

SEU AGENTE: AQUELE QUE LOUVA
- "Aos retos fica bem o louvor" (Salmo 33.1)
- O ministro de louvor precisa estar purificado para que o Espírito Santo atue através dele.
Malaquias 3.1-4
“... a purificação dos levitas para que possam trazer ofertas agradáveis ao Senhor.”

- Duas formas de purificação apresentadas no texto: água ou fogo.
A palavra de Deus é água (João 15.3, Ef.5.26), portanto, conserte-se antes que venha o fogo.
O fogo pode representar uma palavra dura (Jr.23.29) ou as tribulações (I Pd.1.6-7), ou a ira do Senhor (Jr.4.4).

CONCLUSÃO: OS EFEITOS DE UM LOUVOR PODEROSO
- Nosso louvor fixará a Palavra de Deus na memória das pessoas.
- Nosso louvor ativará a memória das pessoas para que lembrem seus pecados e os confessem.
- Nosso louvor influenciará o comportamento das pessoas para a glória de Deus.

Efeitos do poder do louvor inspirado pelo Espírito Santo:
sensibilidade humana à ação de Deus; preparação de um ambiente propício à atuação do Espírito Santo (II Reis 3.15-16; Ef.5.18-19) e desfavorável à atuação demoníaca (I Sm.16.23 - Davi e Saul). Os inimigos são desbaratados e a vitória se realiza (II Cron.20.22).

Onde o louvor ungido acontece, Deus habita e o Diabo não permanece.



7. Amadurecendo como Levitas.

Como vai sua vida de comunhão com Deus?
Como vai sua vida de oração?
Como vai sua vida de adoração no secreto do seu quarto? Porque se você não fluir em adoração no seu quarto... como quer que flua na Igreja?
Quanto tempo tem ficado na presença de Deus?
Será que você está só cumprindo uma obrigação?

Hoje se fala muito de levitas, infelizmente há muitos que não sabem o que é ser um levita, porém mesmo assim se autodenominam como tal.

Para entendermos melhor a pessoa do levita vamos estudar sobre a origem deste nome.
LEVI do Hebraico LÊWI ligado a raiz IÃWÂ significa JUNTAR , ou ainda HILLAWEH que significa
UNIR. O nome HILLAWEH (LEVÍ) é da mesma família onomatopaica da palavra HALELUIA.
Vamos estudar um pouco mais sobre Levi e entenderemos o porquê deste nome.

Gênesis 2:3 “Outra vez concebeu Lia, e deu à luz um filho, e disse: Agora, desta vez, se unirá mais a mim meu marido, porque lhe dei à luz três filhos; por isso, lhe chamou Levi.”

Veja o que lemos: O nome daquele de onde se originou a tribo dos levitas significa unir, vemos agora que essa união referida pelo texto acima se trata da união do esposo com a esposa. Tipologicamente falando podemos concluir que os levitas têm a responsabilidade de unir a Esposa (Igreja) ao esposo (Deus).

A pergunta que surge neste momento a todos os Levitas é:
“Eu estou usando o dom de Deus para unir o que? “

Um equivoco é imaginar que o simples fato de cantar bem, com qualidade e até conseguir emocionar pessoas é o bastante ou que esta seja a missão do levita, porém as responsabilidades do Levita são muito grandes e extremamente sérias.

OSÉIAS 6: 1,2 e 3
“Vinde, e tornemos para o SENHOR, porque ele nos despedaçou e nos sarará; fez a ferida e a ligará. Depois de dois dias, nos revigorará; ao terceiro dia, nos levantará, e viveremos diante dele. Conheçamos e prossigamos em conhecer ao SENHOR; como a alva, a sua vinda é certa; e ele
descerá sobre nós como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra.”
A Palavra do Senhor é sempre muito clara. Ele, em todo o tempo nos orienta a buscá-lo mais, conhecê-lo mais, e crescermos espiritualmente. O apóstolo Paulo nos fala de deixarmos de ser meninos, e crescermos em maturidade.

1 Coríntios 13:11
“Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino.”
Na igreja podemos ver que o tempo vai passando, e muitos não vão amadurecendo. Continuam com as coisas de menino, continuam com valores, desejos, pensamentos infantis quanto às questões espirituais.
Se vamos crescendo, abandonando as coisas de "menino", vamos nos aprofundando no relacionamento com o Pai.

1. O QUE É SER LEVITA? Levita é o servo. Levita e todo aquele que dispõe os talentos que Deus concedeu, para o trabalho do Reino. A "criança" se preocupa apenas em tocar, em cantar, sobretudo nos "grandes cultos". Se vamos amadurecendo, vamos entendendo a seriedade de estarmos no altar para cultuarmos ao Senhor.

2. COMO ATUA O LEVITA NA IGREJA? Ele foi dado por Deus como substistituto dos primogênitos. De uma forma bem clara, quando nos colocamos diante da Igreja para servir com nossos dons, quando nos empreendemos na realização do culto ao Senhor, como levitas estamos substituindo uma família.
Alguém que está no templo, mas que não está adorando ao Senhor, alguém muito necessitado, alguém oprimido ou bloqueado pelo inimigo.
Enquanto servimos ao Senhor cantando ou tocando, estamos elevando a Ele um culto, e Ele recebe por nós e por mais alguém. Isto é maravilhoso, mas é responsabilidade também. É preciso estar com a vida diante do Senhor de forma limpa, transparente. Não posso ser "menino", tenho que buscar seriamente, crescer com o Senhor, crescer na Palavra.
Leia Números 3:12 a 45 - 8: 16, 17, 18.

3. O QUE É O LOUVOR DA IGREJA?

O louvor ao Senhor é uma grande batalha.
• Guerreamos contra nossa carne, para elevarmos a Ele um louvor em espírito.
• Guerreamos contra nossa alma, para não buscarmos apenas o que nos agrada, nos emociona, ou nos interessa. Precisamos buscar o que o Espírito Santo deseja que ofertemos ao Senhor.
• Guerreamos contra satanás e seus demônios, que não querem que adoremos ao Senhor. Eles trabalham intensamente para que as vidas não sejam tocadas pela unção do Espírito Santo.

NÃO ESTAMOS EM UMA APRESENTAÇÃO, UM SHOW. NÃO ESTAMOS REALIZANDO NOSSO HOBBY, NÃO ESTAMOS FAZENDO O QUE GOSTAMOS E SABEMOS. NO LOUVOR, ESTAMOS EM UMA GUERRA ESPIRITUAL

ESTA GUERRA NÃO SE VENCE GRITANDO MUITO OU DECLARANDO ALGUMAS FRASES DE IMPACTO. ESTA GUERRA SE VENCE COM A VIDA 24 HORAS POR DIA NO ALTAR DO SENHOR.

ISTO NÃO É COISA PARA "MENINOS", PARA CRIANÇAS ESPIRITUAIS, mas para todo aquele que deseja crescer em Deus.

Busque a Deus dia após dia. Leia mais a Palavra, ore mais, jejue. Tenha seu tempo particular de louvor e adoração ao Senhor todo dia.


1 Co 14.20
" Irmãos, não sejais meninos no entendimento; na malícia contudo, sede criancinhas "
É tempo de deixarmos de ser apenas músicos e cantores, e darmos alimento mais sólido aos que estão famintos.
É hora de deixar nascer dentro de nós verdadeiros adoradores, com sinceras intenções de alimentar-se em Deus, e ser fontes de bênçãos à Igreja de Cristo.

Deus está preocupado com o nosso crescer. O nosso Deus é um Deus de processos. Por exemplo, Ele consumou a criação em seis dias e descansou no sétimo, mas Ele não precisava de seis dias, Ele precisava de apenas um segundo. Ele tinha poder para isto mas não o fez desta maneira.
Outro exemplo foi a gravidez de Maria, que durou nove meses. Você acha que Deus não poderia ter enviado Jesus pronto do céu? Sim, mas ele respeitou todo o processo humano. Outro exemplo foi a inundação da Terra na história da arca de Noé.
Você acha que Deus não poderia ter enchido a Terra em apenas alguns segundos? Sim, mas Ele permitiu que á água caísse do céu durante semanas! O nosso Deus é um Deus que respeita o processo humano. Da mesma forma, tenho convicção de que Deus também respeita o nosso processo de crescimento espiritual. Ele tem paciência quando erramos e sabe que precisamos de tempo para aprender.
Com relação a isto, o problema maior é quando não nos dispomos a aprender e continuamos no mesmo patamar espiritual durante muito tempo. Ficamos a vida inteira dependentes do pastor, dos líderes, dos presbíteros, dos pais, sendo tratados como crianças espirituais, como veremos posteriormente.
Como sabemos, o ser humano passa por várias fases em uma vida normal: o nascimento, a infância, a adolescência, a juventude, a fase adulta, e a fase idosa. Em cada fase nossos comportamentos se modificam. Quanto mais novos, tendemos ser mais irracionais e ingênuos. Se você disser a uma criança de 4 anos que o super-homem não existe, talvez ela ache graça de você.
Isto ocorre porque cada fase de nossa vida nos trás uma visão diferente das coisas, um linguajar diferente, sentimentos diferentes, etc. Mas o que eu quero dizer com isto tudo? Bem, a nossa vida espiritual se assemelha ao processo que vimos anteriormente. As fases vão desde o nascimento (entrega a Cristo) até a fase idosa (maturidade espiritual). Claro que este último ponto não tem fim. Quanto mais buscamos a Deus, mais crescemos espiritualmente! Isto deveria ser o principal item de nossas vidas.
Levita, se você quer começar a amadurecer espiritualmente, você terá que estudar! “Corra atrás” de seminários, congressos, escolas de louvor, livros, etc.
Devemos estar dispostos a crescer, crescer, crescer, ...
Está na hora de resgatarmos a nossa identidade! Levita, está na hora de você começar a ganhar almas para Cristo! Está na hora de adorar em espírito e em verdade, de levar o evangelho ao perdido, ... de crescer espiritualmente!
Muitas e muitas pessoas sobem no palco para ministrar tendo ainda visão de criança espiritual, comportamento de criança espiritual, etc.
Muitas e muitas pessoas sobem para ministrar como uma fonte seca, sem nada para falar ou , quando falam, acabam se frustrando e frustrando a igreja.
Quantas vezes somos convocados por Deus para ser adoradores, enquanto estamos sendo apenas músicos e cantores esquecendo do verdadeiro propósito do nosso chamado.
O louvor é um arma que está em nossas mãos, e armas não podem ficar nas mãos de crianças!
É tempo de despertar, de crescer, ... e nos tornar servos confiáveis nas mãos do nosso Deus.



8. A importância da técnica para o Levita.

Salmos 33:3
"Cantai-lhe um cântico novo, tocai bem e com júbilo".

A Unção realmente é necessária para que o Espírito Santo se manifeste em nós através do Louvor e Adoração a Deus. Mas, será que a nossa dedicação ao Ministério também não conta!? Será que o nosso esforço de melhorar cada vez mais através do estudo da Palavra, ao que conta no crescimento espiritual, como também o estudo técnico para um melhor conhecimento e domínio daquilo que temos em nossas mãos não conta para darmos o melhor de nós a Deus!?

QUALIDADE TÉCNICA DO LOUVOR É IMPORTANTE:
Todos nós que somos chamados pelo Senhor a algum Ministério, devemos ter em mente 3 coisas importantes:
1. Deus nos chamou e devemos dedicar tempo ao Ministério a que fomos chamados: nesse tempo, além de orarmos para pedirmos que Deus nos dirija através do Espírito Santo, devemos também dedicar tempo para o estudo. Nesse período devemos ter acima de tudo disciplina que é a essência do aprendizado para depois termos Decisão naquilo que faremos durante o Louvor.
2. Devemos nos dedicar cada vez mais através de treinamento para podermos levar ao Senhor o melhor. Os ensaios também são muito importante: devemos ensaiar exaustivamente até termos a música exatamente como ela é...
3. Deus exige que tenhamos habilidade, ou seja, toquemos bem o instrumento: em Sm 16.17-18 vimos que o Rei Saul pede que tragam diante dele um "homem que toque bem" para afastar um espírito maligno que o possuía. Esse "homem" era Davi. Deus só se agrada daqueles que aprimoram suas habilidades.
Os talentos são dados por Deus quando nascemos, não para que o enterremos, mas para que o façamos crescer em nós para depois dá-los ao Senhor com juros. E o Senhor se agradará de nós..


A TÉCNICA NOS LEVA A SERMOS MESTRES:

2. Vemos no livro de Crônicas que os levitas representavam os músicos (ICr 15.22; 16.4-5 e que eram escolhidos por Deus pela sua habilidade (ICr 15.16-19) e consagrados, isto é, viviam exclusivamente para levar o povo de Deus em adoração.
Todo este comprometimento com a obra nos leva a sermos mestres, ou seja, tudo aquilo que aprendemos devemos passar aos futuros Ministros. Por fim, levantamos discípulos para que a obra do Senhor não pare na Igreja devido à nossa falta de conhecimento ou por sermos relapsos com o Ministério.
O Senhor mesmo disse "levantai discípulos", mas para isso devemos ter total consagração ao Ministério e ao Senhor. Lembre-se: quando levantamos discípulos traremos unção dobrada à Igreja.
1CR 25:7
"E era o número deles, juntamente com seus irmãos instruídos no canto ao SENHOR, todos eles mestres, duzentos e oitenta e oito."

Deus usará você com aquilo que você tem. Se você não procurar aumentar o que você tem, de nada adiantará. Você será substituído por outro que esteja melhor preparado. Mas, o Senhor é fiel àquele que se dedica à sua obra.

"Louvai ao Senhor ao som da trombeta, com o sautério e a harpa. Louvai ao Senhor com o adufe e a flauta, com instrumentos de cordas, com címbalos sonoros e vibrantes. Todo ser que respira, louve ao Senhor."
Sl 150.3-6



Mas, o que é técnica, para que serve, em que ela pode contribuir para a nossa vida?


1. O QUE É TÉCNICA?

Segundo o dicionário técnica é o lado material de uma arte ou ciência.
É a prática, norma, é a especialização. Em suma, técnica é o estudo de determinada matéria.
Um exemplo prático no Louvor são os músicos: eles estudam seus instrumentos em um determinado período para poder exercer suas funções dentro do Ministério de Música.
Quanto mais conhecimento tiverem, melhor será o nível do Grupo de Louvor.


2. PARA QUE SERVE?

Ela serve para aprimorarmos os conhecimentos de determinado assunto. É através dela que desenvolvemos a prática.


3. COMO TER ACESSO?

Através de escolas especializadas. Em qualquer área que você queira atuar, terá uma pessoa ou um grupo especializado para poder ensiná-lo.
Esses mestres também já passaram por isso e continuam sempre se aprimorando para poder dar o melhor nas suas profissões, sejam elas dentro ou fora do Ministério.


4. EM QUE ELA CONTRIBUI NA NOSSA VIDA?

Todo trabalho de ensino exige da pessoa dedicação. Essa dedicação só é exercida através da disciplina. A disciplina é acima de tudo o respeito que nós temos pelos nossos mestres.
A disciplina gera na pessoa humildade e também submissão que é importante para podermos crescer dentro de qualquer área.
Para o cristão e acima de tudo o Levita, a submissão e a humildade em reconhecermos a liderança do Ministério, dos Pastores na Igreja faz com que o Espírito Santo possa atuar de forma mais intensa através dos seus membros dando-lhes profecias, curas, libertação e muito mais.
A unção do Espírito pode aparecer mais claramente dentro da Igreja.

Lembremos que vários profetas no Antigo Testamento também obtiveram êxito no seu Ministério através de uma preparação específica, ou seja, trabalharam para que Deus pudesse usá-los para fazer seus grandes feitos entre o seu povo.



9. Levita: Conhecendo o inimigo.

Estamos em luta permanente contra o nosso inimigo comum – Satanás e suas hostes. Qualquer exército em guerra tem a necessidade de conhecer seu inimigo! É preciso saber como o inimigo atua, quais suas armas, suas estratégias, etc. Observe as palavras de Jesus em Lucas 14:31 e 32 “Ou qual é o rei que, indo entrar em guerra contra outro rei, não se senta primeiro a consultar se com dez mil pode sair ao encontro do que vem contra ele com vinte mil? No caso contrário, enquanto o outro ainda está longe, manda embaixadores, e pede condições de paz.”.

1. Existência, personalidade e natureza de Satanás
A existência de Satanás é ensinada em sete dos livros do Antigo Testamento: Gênesis, I Crônicas 21:1, Jó 1 e 2, Salmo 109:6, Isaías 14, Ezequiel 28 e Zacarias 3:1 e 2. Os demônios são mencionados no Antigo Testamento nos seguintes textos: Deuteronômio 32:17, II Crônicas 11:15 e Salmo 106:37.
A existência de Satanás e de seus demônios é ensinada por todos os escritores do Novo Testamento, inclusive nos ensinos do próprio Senhor Jesus. Das 29 passagens referentes ao Inimigo nos Evangelhos, 25 citações são de Jesus.


a) Acerca da personalidade e natureza de Satanás:
Ele tem todos os requisitos que caracterizam uma personalidade: capacidade de falar (Mateus 4:1-12), vontade (Isaías 14:12), astúcia (II Coríntios 11:3), um ser moralmente responsável (Mateus 25:41).
Quanto à sua natureza, trata-se de um ser criado (Ezequiel 28:15), um ser espiritual (Efésios 6:11 e 12), pertenceu à ordem dos querubins (Ezequiel 28:14).

b) Os nomes conferidos a Satanás na Bíblia:
O nome Satanás (adversário) é mencionado 52 vezes (Mt 4:10), Diabo (acusador, caluniador) é utilizado 35 vezes (At 13:10). Eis os outros nomes: Maligno (Mt 13:19), Serpente (Ap 12:9), Dragão (Ap 12:7), Tentador (Mt 4:3), Belzebu (Mt 12:24), “o príncipe deste mundo” (Jo 12:31), “o deus deste século” (II Co 4:4) e “o príncipe das potestades do ar” (Ef 2:2).

c) A queda de Satanás e suas conseqüências:
Sua queda foi causada pelo orgulho e ambições ilícitas (I Timóteo 3:6 e Isaías 14:12-14) e fez com que ele se tornasse inimigo de Deus e adversário de Seu povo (Mateus 13:25 e 39 e I Pedro 5:8). Desde a queda e até agora é assassino (João 8:44, Hebreus 2:14), mentiroso (João 8:44, Gn 3:4 e 5) e rebelde (I João 3:8).

d) Em relação aos anjos caídos:
Ele exerce o governo (Apocalipse 12:7-9). Também exerce controle sobre o mundo (I João 5:19). Originalmente, o planeta foi criado por Deus e entregue ao controle do homem (Gênesis 1:27 a 30) porém, com a queda do homem, este governo foi passado ao Maligno (Lucas 4:6). Apocalipse 13:2 demonstra a influência que o Dragão exerce sobre o mundo.

e) Opõe-se à Obra do Senhor Jesus Cristo e de Sua Igreja:
Impedindo os incrédulos de compreender a Verdade (II Coríntios 4:4), implementando a falsa igreja e a pregação de um falso evangelho (II Coríntios 11:13-15) e patrocinando toda sorte de perseguição aos crentes (Apocalipse 2:10). Arrebata a Palavra semeada em muitos corações (Lucas 8:12) e coloca seus súditos no meio dos filhos de Deus como estratégia para prejudicar a Igreja (Mateus 13:25 e 38).

f) Quanto ao poder que o Diabo tem:
Seu poder não é negado na Bíblia (II Tessalonicenses 2:9). O diagnóstico de Pedro acerca do mal que atingiu Ananias e Safira bem demonstra este poder: “por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo...?” (Atos 5:3). Ele e seus demônios têm poder para infligir doenças físicas e mentais nas pessoas (Lucas 13:11, I Coríntios 5:5, Marcos 9:17, Marcos 5:3). Tem poder para matar pessoas! (Hebreus 2:14 e João 10:10).

g) Ainda em relação ao povo de Deus:
Acusa e calunia os servos do Senhor (Apocalipse 12:10). Coloca dificuldades e obstáculos à Obra (I Tessalonicenses 2:18). Tenta influenciar os servos de Deus para que não cumpram Seus propósitos (Mateus 16:21-23). Arma astutas ciladas, arremete dardos inflamados... (Efésios 6:11 e 12). Tenta os filhos de Deus para a prática de atos imorais (I Coríntios 7:5). Usa alguns para se oporem ao progresso na fé cristã de novos irmãos (Atos 13:8-10).


2. A obra redentora de Cristo e a derrota de Satanás:
i. Cristo foi manifestado para destruir a obra de Satanás (I João 3:8).
ii. Cristo nos transmitiu autoridade sobre todo espírito maligno (Lucas 10:17-18).
iii. A morte e ressurreição de Jesus já condenaram o diabo (João 16:11).
iv. Através da cruz, o poder que Satanás tinha sobre a morte foi anulado (Hebreus 2:14 e 15).
v. A vitória dos salvos sobre Satanás é embasada no sangue do Cordeiro (Apocalipse 12:11).
vi. Através de Jesus Cristo, o crente tem poder para resistir a Satanás (Mateus 10:1 e Tiago 4:7).
vii. Satanás já está julgado (João 16:1).


3. Nossa atitude para com Satanás:
i. Um filho de Deus não deve ter medo do Diabo e dos demônios (II Timóteo 1:7);
ii. É preciso confiar que o nosso Deus é por nós! Ele prometeu estar conosco (Mateus 28:20) e se coloca como nosso intercessor (João 17:15);
iii. Não esqueça de que Satanás é um ser limitado: não é todo poderoso, onisciente, nem onipresente. Maior, infinitamente maior, é o nosso Senhor! (I João 4:4);
iv. Dependa de Deus em oração. Ore para que Deus o livre do Maligno (Mateus 6:13 e Efésios 6:18);
v. Seja sempre vigilante e sóbrio (I Pedro 5:8);
vi. Não fale do Diabo com desdém ou provocação (Judas 9);
vii. Confie que Deus é fiel em nos guardar do Maligno (II Tessalonicenses 3:3);
viii. Revista-se de toda a armadura de Deus (Efésios 6:10-18);
ix. Acostume-se a usar da autoridade do nome de Jesus (Atos 3:16 e 16:18).



10. Postura de um Levita.

Um ministro não apenas canta ou toca, ele jejua, dá testemunho, dá uma palavra à igreja, prega e tem testemunho da vida cristã. Para você falar o que Jesus é, você precisa ser o que Jesus quer!

Tanto o Ministro e principalmente a equipe de louvor, devem manter a maior reverência possível, pois todos visitantes estão de olho em você! Todo e qualquer movimento que você fizer eles o verão!

Não se deve:
- Conversar ou combinar arranjos durante o culto;
- As mulheres não devem usar roupas muito curtas ou decotadas;
- Virar as costas para o a igreja;
- Deixar de usar Bíblia, o louvor não apenas toca ou canta, ele deve ser um exemplo, orando, lendo a bíblia
e participando de todos os cultos!
- Nunca afinar instrumentos na hora do culto, pois além de ser uma falta de educação, isso irá quebrar a reverência do culto;
- Nada de chegar atrasado e muito menos sair da igreja depois de tocar;
- Se caso alguém errar nunca olhe para trás (talvez ninguém tenha notado!);
- Seja sempre discreto, se algo der errado acontecer, deixe parecer que está tudo sob controle; Não deixe de tocar por uma simples discussão, seja adulto, peça o perdão;
- Muitos ministros gostam de fazer "aquela pregação" entre uma música e outra, evite isso, pois pregação é papel do pastor!
- Não abandone seu posto na hora da pregação; muitos músicos acham que seu culto acabou na hora em que começou a pregação.
- Só desligue o seu instrumento na hora em que o culto for encerrado, pois alguém pode pedir uma música especial.
- Evite criar “certas manias” ao executar o instrumento, principalmente diante da igreja.
- Não discuta por coisas banais e nem alimente o ódio por um simples erro do companheiro. (quem é que não erra?);
- Não chegue atrasado, não tem motivo que justifique seu atraso.

Um Levita não apenas canta ou toca, ele jejua, dá testemunho, dá uma palavra à igreja, prega e tem testemunho da vida cristã.



11. Cultive sempre o Perdão.

1) COMPREENDENDO O PERDÃO
a) Devemos perdoar como Deus nos perdoou: Ef.4:32; Mt.18:21-35.
b) Não há limite de vezes para perdoar: Mt.18:22.
c) Devemos perdoar mesmo que a pessoa não peça perdão: Mt.5:23-24.

2) CONSEQUÊNCIAS DA FALTA DE PERDÃO
a) Se não perdoarmos, Deus não nos perdoará: Mt.6:14,15.
b) Quem não perdoa fica espiritualmente preso: Mt.5:25; Mt.18:34.
c) A falta de perdão dá vantagem ao diabo: II Co.2:10,11.
d) Não resolve a mágoa e ainda piora situação.
3) LIBERANDO O PERDÃO
a) O perdão não é um sentimento, é uma decisão e também uma atitude de fé.
b) O perdão deve ser continuamente renovado.
c) Precisamos ver nossos ofensores como vítimas: Lc.23:34; At.7:60.
d) Devemos nos tornar "mensageiros" do perdão: Mt.5:9.

4) TRATANDO COM O PASSADO
a) Deus apagou nosso passado - Rm.8:1; II Co.5:17.
b) Mas muitos pecados deixam conseqüências - II Sm.12:9-14.
c) Importância de ser "transparente" quanto ao que já ocorreu e não renovar a questão. (Pv.17:9)





REFLEXÃO
Um ministério excelente

O que é preciso para que alguém se torne um pastor? Quais são os critérios fundamentais para que se decida ordenar alguém ao sagrado ministério? Que tarefas ou desafios deve cumprir o candidato ao posto de condutor do rebanho que é de Deus? Somos capazes de identificar as marcas de um pastor segundo o coração de Deus?
São perguntas que tentamos responder a cada nova convicção de chamado, a cada nova vocação. Não são simples, nem fáceis de responder, mas importantes e decisivas para o futuro da igreja que Cristo confiou aos nossos cuidados. Para lembrar suas palavras a Pedro: “apascenta as MINHAS ovelhas” (Jo 21). Que gigantesca responsabilidade!
Que grande privilégio. Quanta alegria deve inundar o coração de tantos quantos são convocados pelo Espírito para tal tarefa. Nas palavras do apóstolo Paulo ao jovem Timóteo: “Fiel é esta palavra: Se alguém aspira ao episcopado, excelente obra almeja” (1 Tm 3:1). Note bem: excelente obra almeja.
O bispo (episcopos, no grego) possuía as mesmas funções de um presbítero na igreja antiga. Ambos eram chamados a pastorear -- basta lembrar que Paulo, ao discursar em Mileto para os presbíteros da igreja de Éfeso, disse-lhes: “atendei por vós e por todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para pastoreardes a igreja de Deus, a qual ele comprou com o seu próprio sangue” (At 20:28). Como escreveu o apóstolo Pedro: “Rogo, pois, aos presbíteros que há entre vós, eu, presbítero como eles, testemunha dos sofrimentos de Cristo e, ainda, co-participante da glória que há de ser revelada: pastoreai o rebanho de Deus que há entre vós” (1 Pe 5:1-2). Pastorear, portanto, é sua missão.
Agora, se a obra que consiste em pastorear é excelente, excelência é o que ela deve exigir. Se excelência é a exigência da obra, excelente deve ser o processo que nos conduza ao pastorado. Se excelente deve ser o processo, excelentes devem ser a postura e o caminhar de todos os que se candidatam ao posto. Assim, se o que se almeja é o pastorado, almeje-se também excelência na presença de Deus.
Portanto,

1. Que se comece buscando excelência na vida devocional
A excelência do pastor tem por fundamento: o amor pelas Escrituras, a seriedade na vida de oração e a humildade no relacionamento com Deus.
O pastor sabe, como lembrou João Crisóstomo, que “a raiz de todos os males é a falta de conhecimento das Escrituras”. Por isso, o salmo 01: “Bem aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta à roda dos escarnecedores. Antes, tem seu prazer na lei do Senhor e nela medita de dia e de noite”. Até o resgate do púlpito, como instrumento eficaz no pastoreio do rebanho, depende do resgate desse amor pela Palavra. Como afirmou Karl Barth: “Do contato freqüente com as Escrituras pode resultar que algumas passagens se imponham ao pregador como um mandato. Supõe-se que o pastor consulta sua Bíblia em outras ocasiões além daquelas quando do preparo da pregação”.
O pastor também sabe, como escreveu D. Bonhöeffer, que “ou a comunidade cristã vive da intercessão mútua de seus membros, ou ela morre”. Por isso, Paulo insistia: “Orai sem cessar” (1 Ts 5:17). A negligência em relação à oração permanece como um dos principais problemas da igreja contemporânea e, consequentemente, do ministério em geral. É preciso recuperar a noção da importância da oração e da alegria que seu exercício traz. O mesmo Bonhöeffer dizia: “É prova de amor de Deus para conosco que não apenas nos dá a sua Palavra, mas também nos empresta o seu ouvido”.
Enfim, o pastor sabe, como exortou Martinho Lutero, que “diante de Deus, cada um é forçado a abater sua plumagem”. Por isso, Pedro desafiou: “humilhai-vos sob a potente mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno, vos exalte” (1 Pe 5:6). O ministério é um constante desafio de humildade e dependência de Deus. Repare na importância do Conselho de Spurgeon a seus discípulos: "Preparem-se, meus jovens amigos, para se tornarem cada vez mais fracos; preparem-se para mergulhar a níveis cada vez mais baixos de auto-estima; preparem-se para a auto-aniquilação; e orem para que Deus apresse este processo".
O candidato ao ministério pastoral deve almejar excelência na vida devocional. Não deverá evidenciá-la ou demonstrá-la sob nenhuma hipótese, mas simplesmente buscá-la, considerando-se, sempre, para todos os efeitos, como alguém que está a caminho.
2. Que se procure excelência no amor ao próximo e no cuidado com as pessoas
A excelência do pastor passa por sua capacidade de identificação com as pessoas em suas reais necessidades e, igualmente, pelo desejo de atendê-las como quem serve ao próprio Jesus. O pastor excelente é acessível e disposto, sempre pronto para ouvir e perseverante em seu propósito de ajudar; é zeloso pela obra missionária e na evangelização.
O pastor sabe, como lemos no famoso livro “O Monge e o Executivo” – de James Hunter, que “a chave para a liderança é executar as tarefas enquanto se constroem os relacionamentos”; e que “ouvir é uma das habilidades mais importantes que um líder pode escolher para desenvolver”. Por isso, Jesus ensinou: “Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, fazei também a eles, porque esta é a lei e os profetas” (Mt 7:12). Paulo, por sua vez, lembrou: “acima de tudo, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição” (Cl 3:14). Tiago, finalmente: “Todo homem seja pronto para ouvir...” (1:19).
O pastor já descobriu que pessoas, e não coisas, são o alvo principal de seu ministério. Sabe, como defendeu Martin Luther King Jr., que “quem não vive para servir, não serve para viver”; e que o verdadeiro serviço cristão glorifica a Deus e alcança o coração dos homens. Conhece o desafio de Jesus: “Assim brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai que está nos céus” (Mt 5:16). Por isso, deseja ser um missionário em todas as suas ações. Concorda com Spurgeon, quando diz: "todo cristão ou é um missionário ou é um impostor”. E com Karl Barth, quando adverte: “Deus quer que seu evangelho seja pregado. Vamos obedecer a este mandamento, vamos para onde ele nos chama. O sucesso não é da nossa conta”. Lembrando Jesus: “Ide por todo mundo, pregai o evangelho a toda criatura” (Mc 16:15).

O candidato ao ministério pastoral deve, portanto, buscar excelência no relacionamento com o rebanho de Cristo. Deve amar e cuidar acima de seu desejo de sucesso e conquistas pessoais. Se não ama o cuidado e o serviço, que não aspire ao ministério.
3. Que se assuma o desafio do aprendizado permanente
O pastor excelente jamais se considera um sábio. Nunca deixa de estudar e nunca esquece que os outros têm algo com que contribuir. Não é “dono da verdade” e não teme as opiniões contrárias ao seu ponto de vista. Julga, como ensinou o apóstolo Paulo, todas as coisas, retendo o que é bom (1 Ts 5:21).
Sabe, como escreveu Fernando de Rojas, que “coisa miserável é pensar ser mestre aquele que nunca foi discípulo”. Já precebeu, como bem exortou Spurgeon, que “a convicção de ignorância é a porta de entrada do templo da sabedoria”. Admite que seu tema e razão são incompreensíveis, podendo ser contemplados apenas como por espelho, até que vejamos face a face (1 Co 13). Como antecipou-nos Jesus: “A vida eterna é esta: que te conheçam a Ti, único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo 17:3). Para fazer coro, mais uma vez, com Paulo: “Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos! Quem, pois, conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi o seu conselheiro? Ou quem primeiro deu a ele para que lhe venha a ser restituído? Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém!” (Rm 11:33-36).
O candidato ao ministério pastoral deve amar os livros – sobretudo a Bíblia. Deve amar os estudos, as conversas que edificam, as novas descobertas das manifestações do amor, da graça e da grandeza de Deus. Não deve ser preguiçoso; nem de início, nem jamais. Deve crescer sempre, para atingir a estatura de Cristo. Eis a excelência do pastor.
O pastor, portanto, para ser excelente em Cristo e no seu Espírito, e não em seus próprios recursos ou condições, deve buscar excelência na vida devocional, no amor ao próximo e no crescimento contínuo de seu ministério. Amadurecimento é uma palavra-chave.
Que assim seja. O processo está aberto e o caminho pela frente. Quanto ao mais, Deus cuidará de tudo. Jesus Cristo é o Senhor das nossas vidas. A Ele a glória eternamente.
POSTURA DA IGREJA EM RELAÇÃO AO PECADO
Conciso Doutrinário da Disciplina Eclesiástica.
"Porque todos pecaram e carecem da graça de Deus".
A palavra pecado quer dizer "errar o alvo" e a palavra afirma que o pecado original aquele de Adão e Eva e estão nos nossos membros; portanto todas as pessoas estão sujeitas a pecado de qualquer tipo de qualquer nível, então é bem explicada aqui a palavra de quem não tem pecado, atire a primeira pedra.
Como lidamos com pessoas e seres espirituais precisamos de entender e aplicar disciplina eclesiástica, temos que entender algumas questões:
1 - A disciplina é bíblica, e vamos expor ao decorrer desta explanação.
2 - Em segundo lugar, existe uma diferença clara entre punição e disciplina;
a) A punição indica castigo, faz lembrar de tribunal e tem uma visão de aplicar uma retribuição pelo ato cometido.
b) Por um outro lado a disciplina tem a intenção de fazer o indivíduo entender que o erro que ele cometeu pode trazer muitos prejuízos, a disciplina tem por finalidade a restauração.
Eu quero agora fazer uma explanação dos principais casos e da disciplina a ser aplicada, a disciplina não pode ser encarada com aversão, ou simplicidade, a disciplina é uma coisa seria e cada ministro tem que tomar postura acerca da disciplina, não podemos nunca pensarmos que somos juizes para decretar punição ou fazer acepção de pessoas, somos restauradores de almas, e se por nossa atitude alguma alma for destruída, a palavra diz que se "alguém destruir a casa de Deus, o Senhor o destruirá".
Então é importante cada cristão entender o que realmente diz está mensagem, não estamos dando carta a ministros para atuarem como ministros "juizes"; "arrogantes" ou rígidos ao extremo, estamos sim especificando uma doutrina, respondendo uma questão, e enfatizando a necessidade do perdão, da cooperação para crescimento e restauração e a evidencia da santidade, é assim que vamos marcar o entendimento da disciplina. Evite constrangimentos e escândalos nas resoluções, você nunca deve se precipitar ou tomar decisões incoerentes com os fatos e a bíblia^isto também é erro, e todo erro é pecado e pecado merece disciplina;
• Em Mateus 18.15-18; a palavra de Jesus fala de um pecado indefinido "pecado de um irmão" , isto refere-se a um erro qualquer, pecado de relacionamento entre irmãos como por exemplo: brigas, discussões, falatórios ou desentendimento ou outro qualquer propósito sempre é restauração
E por entendermos assim precisamos neste caso, se algo assim acontecer, você deve primeiro ir até seu irmão, e consertar a situação orar com ele o se houver perdão, você ganhou seu irmão, se porventura ainda persistir leve consigo mais dois ou três irmão e se desta forma não resolver leve até a liderança máxima da Igreja, é dever da liderança chamar as suas partes repreendê-los em amor e havendo arrependimento, aplique a disciplina e libere o perdão, lembre-se que: "Não existe perdão sem disciplina", o extremo é quando todos os passos são dados e todas situação são investigadas, ai deve ser considerado com gentio e publicado, evitado e excluídos, mas tenha muita atenção e responsabilidade, você não é juiz mas Filho, sacerdote e servo, a pessoa tratada é seu irmão e parte do sei corpo.
• Na Segunda Carta aos Coríntios no capitulo cinco fala de um conjunto de pecados que ferem o Testemunhos público do corpo de Cristo; são eles: Imoralidade (pecados relacionados a área sexual e ao pudor), Avareza; Idolatria, Embriaguez e Fraude, estes erros devem ser visto de maneira coletiva, se você como membro tiver u caso deste para ser resolvido, seu ou de seu irmão, leve à liderança máxima, se tiver as provas o ministro cuidará assim, chamar as pessoas envolvidas, as denuncias, esclarecer em amor, lembre-se importante é restaurar e purificar; o ministro levará as pessoas a lamentarem o erro coletivamente, afaste por um tempo, até ver a purificação , e lembre-se não se associe ao erro, santifique-se.
Agora na Carta aos Tessalonicenses 3.6-15 existe um outro tipo de situação é o pecado de preguiça e maledicência, pessoas que se depois de denunciado, e se for realmente confirmado a situação importante é não criar associação a este para não produzir mais problemas, a liderança deve chamar as pessoas envolvidas, ensinar a palavra de Deus (seja quem for, deve ser ensinado) e adverti-lo a deixar a maledicência, a preguiça e o falatório não, mas faça como amor, com carinho, nunca pense que ele é teu inimigo, ele é teu irmão, corrija com amor.
• Agora na primeira carta a Timóteo 5.19-20 trata de um assunto de dominância contra ministros, independente da procedência da informação, a denuncia deve trazer consigo duas ou três testemunhas que sejam oculares, deve ser de responsabilidade, imparcialidade e que seja conceituado de conhecimento e nível espiritual, todas as partes devem ser ouvidas, e com direito de defesa, todas as provas devem ser avaliadas pela liderança superior todo exame será levado á liderança máxima, o denunciado será ouvido e aconselhado a deixar, se arrepender, porem se continuar e todas as provas declarem culpado.
E se não houver nenhuma sombra de duvidas, o conselho tomará o posicionamento de afastar o ministro do cargo por um período que irá de três a seis meses até que neste tempo a restauração conversão seja vista, e o perdão também. Esta disciplina esta contida na segunda carta de Paulo á Timóteo 5.19*-20.
Em Tito 3.9-11 nos dá também uma posição contra o partidarismo isto é comportamento faccioso, aquele que sai contra as determinações da Bíblia e da liderança, e leva outras pessoas a pensaram da mesma forma, todos tem direitos mas o nosso dever é obedecer as diretrizes que nos são ordenadas conforme Hebreus 13.17, a Igreja considera comportamento determinado Faccioso como: Desobediência, Rebelião, teimosia, todo ministro que desobedecer uma tem incompatibilidade de pensamento, ainda que tenha conteúdo, que guarde para si e não propague, para não para não contaminar outros, a palavra de Deus nos diz no primeiro de Samuel 15.23 "a desobediência e como feitiçaria e não se submeter como idolatria" um comportamento faccioso é divisivo e isto é pecado, caso contrário é considerado pecado de facção ; a disciplina se dará assim, um comportamento faccioso sempre nasce de uma discordância, então vai até um irmão e outro e outro e assim por diante e cria-se então uma visão uma decisão de és contra a determinação, a liderança máxima da igreja ou do ministério vai admoestar ou seja chamá-lo ao entendimento a primeira e a segunda vez, se persistir, a palavra manda que o consideramos com , pervertida, pecaminoso e auto condenado.Isto é um conciso doutrinário, deve ser observado com espírito manso, submisso e responsável, é irrevogável e espiritual esta doutrina. Disciplina é restauração e não condenação, devemos observar que toda igreja é formada por pessoas humanas e que acima de tudo, estas pessoas são templo de Deus, o cuidado para não destruir é responsabilidade de todos nós, então preste atenção:
• OVELHAS LEIAM: HB-13.17-EZ.3-PV.19.2-3
• MINISTROS LEIAM:.EZ.34-EZ3-PV. 19.2-EZ22
• TODOS LEIAM- GALATAS .6. l -6
"AQUELE QUE ESTA DE PE CUIDE PARA QUE NÃO CAIA!"
IGREJA DO EVANGELHO APOSTÓLICO CENÁCULO DA ALIANÇA
CRISTÃ
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CLOVIS MATOS -APOSTOLO DE JESUS CRISTO